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Antonio Carlos Costa
Rio de Janeiro - Brazil
Teólogo, jornalista e fundador da ONG Rio de Paz
Interests: cristianismo calvinismo filosofia direitos humanos segurança pública justiça social desigualdade apologética
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Religião pode nos desumanizar. Crentes nos templos portando suas Bíblias. Pregadores bradando que o homem foi criado à imagem de Deus. Orações em alta voz clamando por avivamento. Algo, entretanto, ao mesmo tempo, presente na cultura da igreja que impede pessoas de encontrarem nas Escrituras suas verdades mais importantes, que conduz pregadores a serem seletivos na apresentação das implicações éticas da sua exaltada antropologia e que leva pessoas a orarem por avivamento que traga visitantes à igreja para adorar, mas não por avivamento que mova crentes às áreas pobres da cidade para servir. Por que os que estavam mais envolvidos com as atividades religiosas do templo, na "Parábola do Samaritano", ignoraram a dor do homem que jazia na estrada? Responder a essa questão pode significar preservar a igreja de ter no seu seio os homens e as mulheres mais insensíveis da sociedade. Antonio C. Costa Ps. Extraído do livro que estou escrevendo (Azorrague), que será publicado, no início de 2019, pela Editora Mundo Cristão. Continue reading
Posted yesterday at Antonio C. Costa
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A missão integral da igreja envolve cuidar dos que sofrem. Seja qual for a natureza do sofrimento. Circunscrever o exercício da misericórdia aos pobres significa ignorar a dor dos que se tornaram pobres de um outro modo. Há gente que daria todos os seus bens em troca do retorno de um grande amor, da cura de um filho ou da restauração da sua saúde. Gente, portanto, que se tornou pobre de outra forma. Que nenhuma ideologia política nos permita chamar de pequeno burguês o sofrimento de que não é literalmente pobre. Que não sejamos encontrados lutando pela justiça social enquanto ao mesmo tempo trivializamos a dor de quem apesar de ter o pão não consegue mais comer com prazer. O ministério aos enfermos, aos divorciados, aos enlutados, faz parte da missão integral da igreja. Daquela que segue a Cristo somente. Antonio C. Costa Ps. Extraído do livro que estou escrevendo, que será publicado ano que vem pela Editora Mundo Cristão: "Azorrague: os conflitos de Cristo com as instituições religiosas do seu tempo". Continue reading
Posted 2 days ago at Antonio C. Costa
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Participei na semana passada do congresso da Sepal. Pessoas me procuraram querendo saber sobre o meu trabalho no Rio de Paz e a militância pelos direitos humanos. O que disse? Não acho que os pastores tenham que reproduzir minha vida. Os chamados variam. Todos iguais em dignidade. Apenas julgo justo sugerir as seguintes coisas: 1. Que a pregação da igreja não seja aquela espécie de mensagem açucarada que só atrai as figuras mais apáticas da sociedade para o seu seio. 2. Que os jovens mais perturbados e que sonham com a promoção da justiça social encontrem espaço e apoio na igreja. 3. Que a pregação forneça o enquadramento intelectual necessário para que esses perturbados possam dar vazão de modo cristão à sua fome e sede de justiça. Gostaria de ver mais jovens perturbados nas nossas igrejas. Continue reading
Posted 2 days ago at Antonio C. Costa
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Caros amigos, o Rio de Paz está precisando da sua ajuda. Carecemos de 15 mil reais para fechar o mês. Fizemos opção por trabalhar sem receber verba publica ou manter vínculo político-partidário. A natureza do nosso trabalho não permite, uma vez que ele consiste em exercer pressão sobre o poder público. Seria ótimo se você se tornasse um contribuinte regular. Mil perdões por usar desse expediente. Não tive alternativa. Aqui vai o número da conta e agência: - Banco Itaú. Agência: 1185. Conta: 44820-4 Cnpj: 09.551.891./0001-49. Rio de Paz. - A fim de que você se torne um mantenedor regular, visite nosso site: http://www.riodepaz.org.br/envolva-se Grande abraço! Antonio Carlos Costa Fundador do Rio de Paz Continue reading
Posted 2 days ago at Antonio C. Costa
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A igreja deveria fugir a todo custo da grosseria que ofende e do preconceito que repele. Contudo, a pregação pode atender às expectativas de belicosos e preconceituosos. Temos hoje, no Brasil, igrejas inteiras incapazes de ouvir a voz de Deus por conta desse tipo de pecado. Uma geração de contenciosos. Como a ignorância é ousada, falam livremente sobre o que faz os cristãos mais maduros temer emitir opinião precipitada, injusta, mal informada, preconceituosa ou que cause embaraço para que alguém se aproxime do evangelho. Há gente pronta para chamar de comunista, liberal, conservador, esquerdista, capitalista, relativista, feminista, quem está apenas expondo as Escrituras. Como pregar as Escrituras e não ver seus princípios, normas, valores, tangenciarem num ponto ou outro com os valores desses movimentos? Qual deles ensina inverdade do início ao fim? Outro ponto, como alcançar essa gente para Cristo? Lembro-me de Martyn Lloyd-Jones condenando a atitude de cristãos que confundiam cristianismo com anticomunismo: “A fé cristã não consiste em anticomunismo, e confio que nenhum de nós mostrar-se-á tão tolo e ignorante ao ponto de permitir que uma igreja, ou qualquer outro interesse, nos iluda e nos desvie de nossa verdadeira mensagem. Crentes que somos, deveríamos estar interessados pelas almas daqueles que abraçaram o comunismo, deveríamos estar interessados pela salvação deles exatamente da mesma maneira como nos interessamos a respeito de outras pessoas quaisquer. Mas, se ao menos por uma vez dermos impressão de que o cristianismo é anticomunismo, então estaremos fechando portas e impondo barreiras, virtualmente impedindo que os comunistas ouçam nossa mensagem de salvação evangélica”. No seu comentário sobre a Primeira Epístola a Timóteo, John Stott revela preocupação em manter uma tradução fiel das Sagradas Escrituras, que não deixe de expressar o ponto de vista ético sobre o homossexualismo, mas que não seja desnecessariamente ofensiva aos homossexuais: “Pervertido’ (NIV, REB) não é a melhor tradução, nem ‘sodomita’ (NRSV), porque ambos os termos nos dias de hoje carregam pressuposições e tons que podem expressar a espécie de ‘homofobia’ que os cristãos deveriam evitar”. Termino com as Escrituras: "Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades. A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um" (Cl 4: 5-6). Antonio Carlos Costa Ps. Extraído do livro que estou escrevendo, que será lançado ano que vem pela Editora Mundo Cristão: "Azorrague: os conflitos de Cristo com as instituições religiosas do seu tempo. Pena de John Stott e Martyn Lloyd-Jones... Continue reading
Posted May 16, 2018 at Antonio C. Costa
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Numa das manifestações que realizamos no Rio, há uns sete anos, contra as mortes violentas no Estado, alguém que estava nos ajudando manteve o seguinte diálogo comigo: - “É interessante estar hoje do outro lado”. - “Como assim?”, perguntei. - “No regime militar eu participei da repressão nesse exato local (estávamos nas escadarias da Alerj), na época eu era militar da aeronáutica, e a ordem era vir para cá e atirar nos manifestantes “. - “O que você testemunhou naqueles dias?” - “Meus amigos lançavam dentro dos aviões, na base aérea da aeronáutica, aqui no Rio, os militantes políticos. Decolavam, e os jogavam no mar. Voltavam dando gargalhada, descrevendo o drama dos prisioneiros, que imploravam pelas próprias vidas. A Restinga de Marambaia funcionava como cemitério clandestino”. Isso bate com o que meu pai dizia. Naqueles anos, ele trabalhava pela Polícia Federal. Acompanhou de perto os crimes praticados pelo Estado brasileiro. “Meu filho, jamais me esquecerei do que vi nos quartéis”. Que dias de trevas, que se somam às demais crueldades históricas praticadas pelo poder público do nosso país, sempre com a anuência de grande parte da sociedade. Tem gente que não tem vergonha desse passado, e não sente repulsa pela ideologia de quem até hoje o celebra. Como cidadão, democrata e cristão calvinista tenho horror a qualquer espécie de cerceamento das garantias constitucionais, da supressão da liberdade democrática e dos filhos de Adão exercendo poder absoluto. Como diz o apóstolo Paulo em Romanos 3. “Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer. A garganta deles é sepulcro aberto; com a língua, urdem engano, veneno de víbora está nos seus lábios, a boca, eles a têm cheia de maldição e de amargura; são os seus pés velozes para derramar sangue, nos seus caminhos, há destruição e miséria; desconheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos”. Antonio C. Costa Continue reading
Posted May 11, 2018 at Antonio C. Costa
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A igreja que fomenta a liberdade intelectual em questões secundárias, ainda que importantes, preserva a sua unidade, enriquece a sua comunhão e torna mais belo o seu testemunho perante o mundo. Uma igreja de direita, de esquerda, progressista, conservadora, revolucionária, reformista, é um golpe no ideal divino de preservação de uma unidade em torno do nome de Cristo, em meio às diferenças de opinião sobre o que não se constitui em fundamento da fé. Nesse sentindo, John Stuart Mill apresenta verdades sobre essa democracia intelectual perfeitamente aplicáveis ao mundo da teologia: “Todo silêncio que se impõe à discussão equivale à presunção de infalibilidade... infelizmente para o bom senso dos homens, ocorre que sua falibilidade está longe de exercer sobre seu juízo prático a influência que sempre se lhe permite na teoria, pois embora cada um se saiba perfeitamente falível poucos julgam necessário tomar precauções contra sua própria falibilidade, ou admitir a suposição de que uma opinião qualquer, da qual se sentem muito seguros, possa ser um dos exemplos de erro a que reconheçam estar sujeitos... em proporção à falta de confiança em seu próprio julgamento solitário um homem sempre se baseia, com implícita confiança, na infalibilidade do ‘mundo’ em geral. E o mundo, para cada indivíduo, significa a parte deste com a qual entra em contato: seu partido, sua seita, sua igreja, sua classe social...”.[i] Reputo essa advertência de Stuart Mill uma das mais importantes do ponto de vista do debate público: “Nas grandes preocupações práticas da vida, a verdade é tanto mais uma questão de reconciliar e combinar opostos, que apenas pouquíssimos possuem espírito suficientemente amplo e imparcial para fazer o ajuste próximo da correção...”.[ii] Antonio Carlos Costa Ps. Extraído do livro que estou escrevendo: "Azorrague: os conflitos de Cristo com as instituições religiosas do seu tempo". Será lançado ano que vem pela Editora Mundo Cristão. [i]MILL, John Stuart. A liberdade. Utilitarismo, São Paulo, Martins Fontes, 2000. p. 30. [ii]MILL, John Stuart. A liberdade. Utilitarismo, São Paulo, Martins Fontes, 2000. p. 73-74. Continue reading
Posted May 11, 2018 at Antonio C. Costa
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Estive anteontem na favela Mandela, Zona Norte do Rio. Sempre volto para casa atordoado com a miséria. Oro a Deus para que Ele faça fracassar os planos de todos os candidatos à presidência da República e governos estaduais que não tenham como meta cuidar dos pobres. Continue reading
Posted May 11, 2018 at Antonio C. Costa
“De novo, lhes falava Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida”. JOÃO 8: 12 INTRODUÇÃO A espécie humana não nasce na luz. Não nos é natural entender a vida. Não sabemos como ajustar nossa conduta à realidade. Estamos expostos a passar pela vida sem compreender o seu significado I. O QUE NOS FAZ SABER QUE ESTAMOS EM TREVAS? Há infortúnios que estão intimamente ligados à incapacidade humana de ajustar as escolhas pessoais, a conduta, o uso do tempo, os objetivos a serem buscados, à vida. Passamos pela vida sem saber quem é digno do nosso maior amor. A quem servir? Qual deveria ser o grande amor da nossa vida? Quem é digno de ocupar esse espaço no nosso coração? Ignoramos a nossa origem. Estamos vivos, mas não sabemos o que nos gerou e nos fez ter consciência de nós mesmos Desconhecemos o nosso fim. Estamos certos de que morreremos, mas desconhecemos o que nos aguarda após a morte. Sabemos que o pecado que praticamos acarreta culpa e condenação, mas não sabemos como obter o perdão. Não conhecemos a Deus. II. DEUS ENVIOU SEU FILHO PARA DISSIPAR AS TREVAS. Cristo veio para revelar quem é mais digno do nosso amor. Cristo veio para nos fazer lembrar da nossa origem. Cristo veio para anunciar a vitória da vida sobre a morte. Cristo veio para nos salvar do poder do pecado e da condenação do pecado. Cristo veio para nos ensinar a chamar Deus de Pai. III. COMO CRISTO FAZ-NOS VIVER NA LUZ? Chamando-nos para segui-lo a fim de que, no caminho da aplicação da sua mensagem à nossa vida, recebamos luz. A luz de Cristo nos permite ajustar a vida à realidade última. IV. COMO SABER QUE ESTOU NA LUZ? Por ter encontrado alguém para adorar. Por saber que tem sido amado desde os tempos eternos. Por não temer a morte. Por haver sido reconciliado com Deus por meio do sangue de Cristo. Por ter deixado de se relacionar com Deus a fim de se relacionar com o Pai. APLICAÇÃO Busque de todo o coração a Cristo. Jamais conceda descanso a si mesmo enquanto não tiver a certeza de que essa luz foi comunicada à sua vida. Proclame Cristo para os que se encontram em trevas. CONCLUSÃO Num mundo de trevas palpáveis, Cristo se manifestou a fim de que luz palpável guiasse nossa vida até à chegada daquele dia, a partir do qual moraremos numa cidade cujo sol será a própria glória de Deus. “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados” (Cl 1: 13-14). Antonio Carlos Costa Igreja Presbiteriana da Barra Rio de Janeiro Continue reading
Posted May 5, 2018 at Antonio C. Costa
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A hipocrisia religiosa sempre se demonstrou hábil para ocultar suas reais motivações: “E disse-lhes ainda: Jeitosamente rejeitas o preceito de Deus para guardardes a vossa própria tradição”. Fala-se sobre o jeitinho brasileiro. Deveria-se falar sobre o jeitinho religioso. Ele está presente em muitos comportamentos dos membros das mais diferentes igrejas do país. Chamar de ira profética o que é estupidez mesmo, demonstrar preocupação com o estado espiritual da mãe em vez de levá-la ao médico para cuidar do seu reumatismo, falar sobre as causas político-econômicas da pobreza a fim de não praticar a misericórdia na vida daquele que não tem mais tempo para esperar, sair para abrir igreja por na verdade não querer se submeter a ninguém, dizer que o dízimo é prática da antiga aliança a fim de não ajudar financeiramente a igreja, pagar mal os funcionários para que a empresa não abra falência, tolerar os pecados dos ricos para que a igreja não quebre. Tornar-se pregador itinerante em vez de edificar o lar, usar a oração intercessória como justificativa para a maledicência, falar de promessas de prosperidade que somente servem para justificar a riqueza do pastor perante a miséria dos que o sustentam, usar o preceito da submissão à autoridade como justificativa para a tirania, banir desafetos da comunhão da igreja em nome da preservação da unidade do corpo. Ter um discurso na academia e outro na igreja a fim de não escandalizar os irmãos com as verdades que eles não estão preparados para ouvir, manter-se ligado a instituições de ensino das quais diverge radicalmente em nome da luta pela sua reforma, chamar de prudência o que é covardia, considerar sinceridade o que é falta de tato, reputar como estratégia evangelística o que é manipulação psicológica, fazer terapia para se isentar de responsabilidade pessoal, usar todo o rigor da responsabilidade pessoal de cada ser humano para imputar exclusivamente a alguém a responsabilidade dos seus erros, fundamentar na doutrina da predestinação a falta de zelo evangelístico, não investir na obra missionária a fim de que não faltem recursos na igreja sede. Antonio Carlos Costa Ps. Trecho do meu no livro, "Azorrague: Os conflitos de Cristo com as instituições religiosas do seu tempo". Continue reading
Posted May 5, 2018 at Antonio C. Costa
Deus quer que a igreja se transforme em evidência sociológica da veracidade, beleza e eficácia do evangelho. É evidente, nas páginas do Novo Testamento, que Deus quer mostrar à humanidade, por meio da igreja, como seria a vida nesse planeta se todos vivessem sob o governo de Cristo e se amassem como os cristãos amam uns aos outros. A fim de que esse exemplo de reconciliação entre os seres humanos seja dado pela igreja é indispensável, por motivos óbvios, que os cristãos vivam em comunhão. Disse Jesus, “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros”. A igreja é chamada para apresentar ao mundo evidência histórica do poder do evangelho e exequibilidade dos seus ideais de vida em sociedade. Não dá para ser cristão e não participar desse sonho de Cristo. É difícil entender, entretanto, como cristãos podem celebrar o fracasso da implementação dos ideais de certas ideologias que consideram anti cristãs, mas não lamentarem o fato de que se aplicada à vida da igreja a mesma espécie de crítica que se faz ao fracasso de determinados regimes políticos, milhões se sentiriam também no direito de dizer que o cristianismo é uma quimera. Permita-me apresentar pelos menos três contradições, que contribuem para que não sejamos levados a sério no Brasil: Primeira, o modo como cristãos tratam uns aos outros nas redes sociais. Estupidez que desqualifica o testemunho de igrejas inteiras. Segunda, a falta de cooperação entre as igrejas, que seguem a lógica do mercado visando sua expansão numérica. Pastores que defendem seu espaço territorial seguindo a lógica do jogo do bicho. Terceiro, a indiferença para com a causa dos pobres das próprias comunidades cristãs. Não diria que essa igreja esteja precisando de avivamento. Na verdade, carece de conversão. Sem ela, não há beleza. Nem avivamento. Antonio Carlos Costa Ps. Trecho do meu novo livro, que será lançado no início do ano que vem pela Editora Mundo Cristão. "Azorrague: os conflitos de Cristo com as instituições religiosas do seu tempo". Continue reading
Posted May 5, 2018 at Antonio C. Costa
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1. Não vote em candidato estúpido; 2. Não vote em candidato ficha suja; 3. Não vote em candidato que não tenha compromisso com o pobre; 4. Não vote em candidato que não apresente programa de governo cujas metas sejam mensuráveis e exequíveis; 5. Não vote em candidato cuja biografia não revele forte espírito público; 6. Não vote em candidato comprometido com extremismo ideológico; 7. Não vote em candidato que não demonstre compromisso com a democracia; 8. Não vote em candidato que não esteja disposto a tornar acessível a cada criança brasileira o ensino de qualidade; 9. Não vote em candidato que tolere violação de direito; 10. Não vote em candidato que, embora fale sobre o combate à desigualdade social, seja incapaz de demonstrar como será gerada riqueza sustentável capaz de livrar da miséria o povo brasileiro. Continue reading
Posted May 5, 2018 at Antonio C. Costa