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Manuel Bernardo
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AGRADEÇO A DIVULGAÇÃO DADA AO MEU LIVRO "MOÇAMBIQUE - GUERRA E DESCOLONIZAÇÃO; 1964-1975", QUE NO AMBITO DO PROGRAMA FIM DO IMPÉRIO (LIGA DOS COMBATENTES, COMISSÃO PORTUGUESA DE HISTÓRIA MILITAR E C. M. OEIRAS) FOI APRESENTADO EM OEIRAS EM 15MAI2018, SENDO A PRÓXIMA NA MINHA TERRA EM FARO, EM 18SET2018, PELAS 18H00. SOBRE A PEÇA ENGENDRADA PELA RTP, LAMENTO QUE TENHAM FALADO NA REVOLTA DA BAIXA DO CASSANGE E NO PEQUENO INCIDENTE DO 04FEV1961 E LUANDA E NÃO TENHAM FEITO QUALQUER ALUSÃO AO QUE FOI DE FACTO O INÍCIO DA GUERRA EM ANGOLA: OS MASSACRES INICIADOS EM TODO O NORTE DO TERRITÓRIO PELA UPA (DEPOIS FNLA) COM O APOIO DOS AMERICANOS, DE QUE RESULTOU A CARNIFICINA DE CERCA DE 1.200 BRANCOS E CERCA DE 6.000 NEGROS, NUM DOS MAIORES CRIMES CONTRA À HUMANIDADE DE SEMPRE E FEITO DA MANEIRA MAIS ATROZ: ASSASSÍNIOS EM MASSA, COM MUITAS MUTILAÇÕES DE CADÁVERES, APÓS AS VIOLAÇÕES DE MULHERES E CRIANÇAS.
Este meu homónimo continua a escrever textos interessantes. Parabéns. Se quiser me contactar o meu email: Manuel.bernardo258@gmail.com. Ab
Este meu homónimo tem toda a razão. E a Declaração Universal dos Direitos do Homem é um diploma fundamental para a vida em qualquer sociedade. Parabéns pelos textos que tem postado. Cor. Manuel Bernardo (Portugal)
Apoiaram a FRETILIN e aprenderam com eles a fuzilar dezenas de presos que se encontravam nas cadeias. ATENÇÃO ISSO FORAM CRIMES CONTRA A HUMANIDADE E QUE NÃO PRESCREVEM! ESPERO QUE AS COMISSÕES DOS DIREITOS DO HOMEM SE DEBRUCEM SOBRE TAIS MORTICÍNIOS FEITOS CONTRA PRESOS EM MOÇAMBIQUE (NIASSA)DESDE 1976.
Parabéns ao meu homónimo pelo texto apresentado. Como se sabe ainda há muito por fazer nesta desgraça da pena de morte. Os EUA já se poderiam ter livrado desta pena, somente justificada em países onde domina o fanatismo religioso ou estupidez idêntica. Ponho este problema em termos de avanço (abolindo) ou recuo civilizacional.
Não acredito neste tipo de escolha de pessoas para serem ouvidas. Os problemas maiores nesse aspecto do racismo são entre os negros e mistos dos territórios. Vejam-se as guerras civis que, depois da independência, decorreram em Angola e Moçambique (aqui estão a esboçar outra) e os conflitos internos da Guiné. É uma perspectiva um tanto atrevida..., para justificar o injustificável. Em 1961 havia de facto problemas desses nomeadamente em Moçambique, mas que depois da reforma de Adriano Moreira ao longo da década de sessenta (sec XX) foram sendo esbatidos e controlados com a ida de tropas metropolitanas para esses territórios. A designada APsic foi importante e em Moçambique conseguiu-se evitar a guerra até 1964.
Pois é. De facto quem mais apoiou a FRELIMO foi a ex-URSS e não a China, como muita gente julga. E a morte de S Machel naquele avião soviético, teve a ver com a facilidade em querer fazer o Acordo de Incomáti, com a África do Sul, que Machel talvez não quisesse avançar. Daí terem levado um sobrevivente para a URSS que julgo ter sido subtraído à comissão de inquérito...
Os moçambicanos continuam a exagerar com os nºs deste e de outros eventos semelhantes. Como referi há 15 anos atrás (livro "Combater em Moçambique; Guerra e Descolonização; 1964-1975) o quantitativo de mortos seriam entre 154 e 188. Segunda a última comissão do QG/Nampula em 1973-74, seriam 63 e de acordo com uma comissão internacional que nunca entrou em Moçambique, seriam 400. Como se dizia a FRELIMO fez maiores massacres que as tropas portuguesas e este caso de Wiriamu e um outro anterior também em Tete, terão sido as excepções em relação ao que normalmente era praticado na contra-guerrilha.
Um senhor com o pseudónimo de "umbhalane" gosta de dizer coisas e mete os pés pelas mãos. Antes de mais, para poder falar ou escrever devia assumir a sua identidade, talco eu faço e o Jaime Neves, meu grande amigo fez, quando era vivo. Isto foi escrito há cinco anos, mas ainda me lembro do se passou e tenho escrito em livros as minhas experiências de vida. Junto a minha nota biográfica para ajuda na elucidação dos leitores deste blog. Não é publicidade pois os livros estão na maioria esgotados e se quiserem consultar poderão fazer, além da Bib nac, nas municipais de Lisboa, Oeiras, Faro, Loulé e Quarteira: Nota Biográfica Manuel Amaro Bernardo Coronel Inf.ª na reforma/Escritor Nascido em Faro, em 28-3-1939. Residente em Carnaxide / Portugal Email: manuel.a.bernardo@sapo.pt Dados pessoais - Curso da Academia Militar (1959) e de programação de computadores (1975). - Durante 36 anos, desempenhou funções de comando e chefia de pessoal militar e civil, sendo oito em África (Angola e Moçambique), nas quatro comissões por imposição (escala) que cumpriu em 1961/73 (alferes e capitão). - Após o 25 de Abril, com o posto de major, esteve colocado no Batalhão de Comandos (depois Regimento), a proceder à liquidação do Regimento de Infantaria n.º 1, entretanto extinto, tendo feito parte do Posto de Comando, na Amadora, que coordenou as acções militares de contenção do golpe de 25 de Novembro de 1975. - Depois do Curso Geral de Comando e Estado-Maior (1976/77) desempenhou as funções de Director de Instrução do Regimento de Infantaria de Angra do Heroísmo, durante um deslocamento por imposição, nos Açores (1977/78). - Foi Oficial de Operações e 2.º Comandante do então Batalhão n.º 2 da GNR, com área de actuação nos distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém e Leiria (1979/85). - Após desempenhar as funções de Sub-Chefe do Estado-Maior, no Quartel General da Região Militar Sul, em Évora, esteve colocado nos Tribunais Militares Territoriais de Lisboa, onde foi Promotor de Justiça e Juiz Vogal/Presidente, durante cerca de oito anos (1987/95). - É diplomado com o Curso Complementar de Ciências da Informação da Universidade Católica Portuguesa (1990/93). Actividades Literárias - Publicou em 1977, com o pseudónimo de Manuel Branco, o livro Os Comandos no Eixo da Revolução; Crise Permanente do PREC; Portugal 1975/76 (352 pp) na Editorial Abril (seis semanas no quadro dos best-sellers). - Colaborador de alguns jornais diários e semanários lisboetas (1975/1980). - Redactor da revista Mama Sume da Associação de Comandos (1989/1993). - Colaborador do Semanário (1991), do Combatente, da Liga dos Combatentes, desde 1991, do semanário regional O Algarve em 1994-2004 e do Boletim da AFAP. (Associação da Força Aérea Portuguesa) - Outros livros: 1. Marcello e Spínola – a Ruptura; As Forças Armadas e a Imprensa na Queda do Estado Novo; Portugal 1973-1974 (456 pp). Lisboa, Editora Margem, 1994 (em 2.ª edição na Editorial Estampa (368 pp), em 1996. Apresentada pelo Dr Luís Villas-Boas, em 13-10-2011, uma 3.ª edição actualizada, no Museu Militar, em Lisboa, com o prefácio do Gen. Vasco Rocha Vieira. 2. Equívocos e Realidades; Portugal 1974-1975 (2 vol. 1 012 pp). Lisboa, Editora Nova Arrancada, 1999. Lançado no Dia Internacional do Livro, na Livraria Municipal Verney, em Oeiras. 3. Timor – Abandono e Tragédia; “A Descolonização” de Timor (1974-1975), em co-autoria com o Coronel Morais da Silva (271 pp). Lisboa, Editora Prefácio, 2000, com posfácio do Comandante Virgílio de Carvalho. 4. Combater em Moçambique; Guerra e Descolonização 1964-1975 (452 pp). Lisboa, Editora Prefácio, 2003, com prefácio do Prof. Adriano Moreira. 5. Memórias da Revolução; Portugal 1974-1975 (740 pp). Lisboa, Editora Prefácio, 2004. Foi lançado no Dia Internacional do Livro, integrado nas comemorações do 30.º aniversário do 25 de Abril, é uma edição revista e actualizada de “Equívocos e Realidades 1974/75 (…)” e tem um prefácio do Prof. Artur Anselmo, actual Presidente da Academia das Ciências. 6. 25 de Novembro; Os “Comandos” e o Combate pela Liberdade (521 pp), em co-autoria com o Prof. Dr. Francisco Proença Garcia e o Sarg-Mor “Comando” Rui Domingos da Fonseca. Lisboa, Edição da Associação de Comandos, 2005. Tem o prefácio do General Tomé Pinto e o posfácio do General Ramalho Eanes e foi lançado no Instituto de Defesa Nacional, em 25-11-2005, nas comemorações do 30.º aniversário do 25 de Novembro, com apresentação do Prof. Barbosa de Melo, ex-Presidente da Assembleia da República. 7. Guerra, Paz e Fuzilamentos dos Guerreiros; Guiné 1970-1980.(410 pp) Lisboa, Editora Prefácio, 2007, com prefácio do General Ricardo Durão. Foi lançado em 29-11-2007, na Sociedade Histórica para a Independência de Portugal/Lisboa e em 13-12-2007, na Biblioteca Municipal de Faro. 8. Grades de Papel; Caxias 1975; Condomínio Fechado (182 pp), em co-autoria com o Coronel Joaquim Evónio Vasconcelos (falecido). Porto, Versbrava Editora, 2013. Apresentado na SHIP/Lisboa, pelo General Loureiro dos Santos, na Biblioteca Municipal de Faro pelo Almirante José Cabeçadas e na Biblioteca Municipal de Quarteira em 2013, pelo Dr. Cristóvão Norte. As obras podem ser consultadas: http://ultramar.terraweb.biz/06livros_manuelamarobernardo.htm http://guerracolonial.home.sapo.pt/bibliografia/m.html http://www.joaquimevonio.com/ (in Prosa/Prefácios e Crítica/Edições anteriores). O pedido do livro “25 de Novembro (…)” pode ser feita na editora - Associação de Comandos, em Lisboa – Tel: 213 538 373; assoc.comds@mail.telepac.pt . A 3.ª edição de “Marcello e Spínola (…)” e o “Grades de Papel …” podem ser adquiridos na editora: geral@versbrava.pt Os outros livros estão esgotados, por a Editora Prefácio ter entrado em falência, podendo alguns serem lidos nas Bibliotecas Municipais de Lisboa, Carnaxide, Faro, Loulé e Quarteira.
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Oct 1, 2015