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A 15 de Janeiro Unay escreveu o seguinte: Recordam-se de um cidadão Português raptado na província de Manica há já alguns meses??? O pior infelizmente terá acontecido, pois segundo informações recolhidas de fonte segura e credível no interior de uma das facções da Frelimo liderada pelo presidente Nyusi, o empresário Português, de nome Américo Sebastião, raptado na presença de muitos cidadãos nacionais e estrangeiros, na cidade da Beira, do qual nem os média, nem as redes sociais fizeram referência, foi levado a cabo pelos Esquadrões da Morte liderado pelo clã do Planalto, com Chipande à cabeça e posto em prática pelo seu moléque e sobrinho o presidente Nyusi e Não pela RENAMO, como por aí circulava nas bocas sujas da propaganda comuna assassina, do partido dos MARGINAIS DE NACHINGWEA. A Renamo nunca se pautou por uma conduta terrorista. Segundo a nossa fonte, Américo Sebastião estará morto há já bastante tempo, restando somente as suas ossadas. O motivo do assassinato terá sido, pelo facto de Américo Sebastião ter contratado dois cidadãos moçambicanos da zona centro do País, para trabalharem numa produção agrícola sua. Isto levou a que o Português, como identidade empregadora, fornecesse a alimentação como é costume nesta actividade rural a qualquer trabalhador agrícola de norte a sul de Moçambique. No entanto esses marginais facinoras filhos de Nachingwea, não entenderam assim, e como tem acontecido também aos elementos da Renamo, consideraram este empresário estrangeiro Português,que contribuia para o desenvolvimento de Moçambique no ramo agrícola, como um elemento da Renamo a abater. A nossa fonte não nos soube confirmar, se os dois Moçambicanos contratados por Américo Sebastião, foram ou não executados também. O Governo Português tem feito pressão sobre este melindroso assunto, e brevemente será informado desta pouca vergonha humana, segundo relata esta nossa fonte mais que credível. Uma questão pertinente se coloca, Que segurança terá o Presidente Dhlakama perante situações como esta????. Esta malta do partidão de escroques de Nachingwea, são uns verdadeiros assassinos sem vergonha nem dignidade. Está confirmado que o cidadão Luso foi morto pela corja do Nyusi. O que está a dar em Moçambique é matar. Os negociadores e o mundo vai continuar a permitir isto !!!??? Vamos ser realistas e passemos a acções concretas para acabar de uma vez com estes marginais. Peço desculpa e endereço as minhas sinceras condolências aos familiares de Américo Sebastião, pelo facto de possivelmente só agora se darem conta desta triste realidade e sabido desta forma, sem que haja uma declaração oficial da parte do Estado Moçambicano (os mandantes do crime) que infelizmente está em DESGOVERNO a caminho do abismo, ou pelo governo Português, que terá mais cedo ou mais tarde esta triste confirmação. Terão estas duas Nações um caso diplomático em mãos?? ou vão olhar para o lado como têm feito nos últimos 42 para não ferir questões políticas e económicas??? - Via UC WhatsApp
Que Dhlakama tenha atenção redobrada. Vem ai novos ataques!
Pouco a pouco a guerra vai subindo. Não me admiro que os homens da Renamo já estejam em Cabo Delgado antes de descerem para Nacala. E o barco vai afundando
Descobertas que foram as valas comuns e dissipadas que foram as dúvidas de que tratou-se de obra da Frelimo, com o medo que a atormenta por não saber que outras provas Dhlakama possui sobre as mesmas valas e outras, a Frelimo está desesperada e quer discutir amnistia. É um espectáculo sujo em que, mais uma vez, a vítima é convidada a abençoar os crimes do carrasco. O que a Frelimo quer é a mão dos deputados da Renamo para ajudar a limpar as manchas na amnistia pelos crimes cometidos. Assassinaram o povo e tem medo da lista das vítimas em poder da Renamo. Provas de mortes macabras cometidas por aqueles que vivem do suor das suas vítimas. O que a Frelimo quer é abusar e voltar a abusar da paciência do Presidente Afonso Dhlakama. O que a Frelimo quer e deseja é esconder a sua própria fraqueza e distrair o povo do momento que se vive. O que a Frelimo quer é descansar um pouco, para preparar-se para nova guerra porque ainda não atingiu os objectivos de acabar com a Renamo e com ela arrastar ao fim da Democracia. O que a Frelimo quer é a sombra do povo para vê-la como alguém com interesse na paz. Há pessoas que tem culpado a Renamo dizendo que está a atacar onde tem votos. A própria Frelimo sabe que colocava minas em Cabo Delgado onde tinha apoio e não em Lourenço Marques; emboscava as colunas militares portuguesas em Niassa e não em Gaza. Se havia quem tinha dúvidas sobre o fim da Frelimo, aqui está a prova. Apercebendo da derrota, a Frelimo quer negociadores a sua altura, capazes de serem corrompidos na mesa do chá, para trair nossas vitórias da Renamo, conseguidas com muito sangue de inocentes. Como bem disse o Presidente Afonso Dhlakama, vamos ouvi a sua agenda porque a agenda da Renamo já é conhecida. Outra não a tem e não será esta Frelimo derrotada que a vai ditar agenda. As condições para Nyusi ter acesso ao tal encontro ao mais alto nível também são do conhecimento de todos: mediação internacional. A luta da Renamo é certa, basta ver o que se diz nas redes sociais e em tudo o que é lado. É boa para a própria Frelimo que agora está tentando assegurar caniços imersos numa corrente de água turva. Se Dhlakama for esperto, é dessa vez que em que os militares estão mergulhados na confusão porque sem logística que ele deve dar o golpe de mestre. A Frelimo está no fim, ´questão de decidir se deve ou não cair. O que a Renamo deve fazer agora é pedir todos os que perderam seus entes a entregar-lhe as listas para o mundo ficar a conhecer a dimensão dos crimes cometidos pela Frelimo. Faça uma recolha de nomes, mesmo de militares desaparecidos. Há que jogar com esperteza perante um inimigo esperto. Caso contrário é a venda das vitórias previsíveis. Qualquer descuído, Dhlakama irá pagar com vida.
Quem provocou quem? Isso foi obra dos comandantes da FIR para justificarem a venda de armas e de munições aos bandidos. Há muita bolada que está sendo feita que ultrapassa fronteiras. Informações há que sugerem haver venda, por parte das lideranças da PRM e das FADM, de elevadas quantidades de espingardas. A justificação é que foram capturados pela Renamo. NB. Uma vez, Gil me tinha sugerido para lhe enviar e-mail relatando sobre o filme do terror. Não o fiz porque no dia seguinte já estava nas notícias. Era sobre as valas comuns cujas vítimas, como dissera, eram mortas a martelada para, como disse o meu sobrinho, não despertar atenção de curiosos. Não é por acaso que a polícia se recusa fazer autópsias. São ordens superiores. Abraços
Dhlakama tinha avisado o Nyusi “Se o Governo nos enganar, e usar a maioria, e quiser brincar, as consequências serão para o presidente, porque ele não vai governar”, alerta o presidente da Renamo, e explica que é o povo que se vai voltar contra o Governo, e não a Renamo: “Aquela gente que vocês vêem nos comícios vai fazer manifestação”. “Mesmo se mandarem matar, o Governo vai cair. Eu não quero ver o meu irmão a cair”, afirma Dhlakama. (Maputo, 09.02.2015). Agora o Senhor Inácio, defensor do dedo no gatilho já se dá conta que o país está desgovernável. É um bom avanço, a seguir aquele em que o cabeçudo do Chissano também reconheceu. O que fracassou é a táctica de desarmamento pela força. Um exército convencional que não consegue desarmar um grupo de marginais deve dar-se por vencido. O chão está a aquecer para a Frelimo e seus sequazes. Até aqueles que prontamente defendiam a Frelimo nas redes sociais, hoje andam com vergonha e quando encontram um pequeno erro se ateem a ele até à exaustão. Outros tantos já se remeteram ao silêncio sepulcral e passam a vida fazendo partilha de frases de amor. O Senhor Natividade devia saber que os crimes da Frelimo pagos pelos impostos do Ocidente não serão aceites. Que Nyusi vá a China, mas quem deve resolver o problema de Moçambique são os moçambicanos. O Senhor Natividade devia é aconselhar ACLL para não insultarem os doadores só por fecharem as tetas. A Frelimo, ao criar os esquadrões da morte, argamassou pilares para a sua queda e desacreditação. É, assim, a vista do Ocidente, um Governo perigoso.
Toggle Commented May 15, 2016 on Tempo de dificuldades at Moçambique para todos
Pelas novas revelações de valas comuns tudo leva a crer que na Frelimo continua normal fuzilar.
A não devolução dos mortos aos familiares tem sua base económica. Existe uma taxa de um pouco mais de 79 Mil Meticais (na altura que se estabeleceu correspondia a 2000 USD) que deve ser dada como recompensa, por cada jovem que morre, aos pais. Sempre que se registam baixas (havendo algumas que são propositadamente provocadas como a que ocorreu em Mongonhane, no dia 27 de Janeiro, da qual dos 26 jovens que foram enviados de Maputo apenas oito sobreviveram e quando chegaram a Maputo foram severamente castigados) os generais que comandam as operações e outros que manejam as contas dividem entre si. Somente aqueles familiares que circulam nos meandros das FADM/FIR/PRM têm recebido a recompensa pelos irmãos mortos. Cabrito come onde está amarrado
Se a oposição não for esperta (diplomacia externa) corre o risco de estar a ajudar a pagar as contas da Frelimo.
Lembre-se do meu comentário, Gil. Falei de pessoas mortas com martelos na cabeça e carregadas em viaturas para longe. Dizem que a morte pelo martelo visava não dar tempo para choro, nem sinal de tiro que poderia alertar pessoas curiosas, mesmo dentro de acampamentos militares pois algumas dessas pessoas foram executadas dentro das tendas. O filme é muito triste, só ouvindo pelas pessoas que cometeram isso (como o jovem que estou a cuidar) é arrepiante. Com nomes de mandantes, dias e locais. Com as marcas de carro, a responsabilidade já não pode ser da Renamo porque os seus guerrilheiros nem sequer xinelos possuem.
A notícia sobre a descoberta de 120 cadáveres numa vala comum avançada pela Lusa revela o que a Frelimo de Nyusi foi capaz de fazer em pouco tempo. Se 120 apenas em Gorongosa, imagine-se por outras vastas áreas em conflito quantas valas comuns devem existir. O regime colonial também agiu assim nos últimos dias. De onde virá o último golpe? Quando é que será o 25 de Abril? Irá a Frelimo resistir a esta tempestade como o fez entre 1976-1992? Esperemos para ver, mas o castelo está sem alicerces como a piscina da Vila Olímica. http://www.dn.pt/mundo/interior/descoberta-vala-comum-com-mais-de-cem-cadaveres-5148676.html
A Renamo sempre foi diferente da Frelimo neste aspecto de prisioneiros de guerra. Em 2013, homens da Renamo foram capazes de ajudar jovens das FADM para a fuga após desertarem em Canda, com direito a uma protecção até encontrar local seguro após percorrerem as matas de Samatenge, paradoxalmente os mesmos que tinham sido enviados para liquida-los. Para a Frelimo e o seu exército, embelezados nos comentários de Sérgio Vieira, quando disse que Portugal não tinha presos para troca ao contrário da Frelimo (os presos que a Frelimo exibiu foram homens que se renderam depois dos acontecimentos relacionados ao 25 de Abril e, portanto, não eram prisioneiros de guerra nenhuns), dizia para a Frelimo o prisioneiro de guerra é perigo e deve ser imediatamente eliminado após torturas e confissões. Na guerra civil. depois de perder uma batalha numa área, a Frelimo mandava executar pessoas por pouco ou nenhum motivo e sem maiores explicações. Régulos eram executados secretamente, apenas se anunciando que haviam sido mortos pela Renamo. É isso que Nyusi tentou reeditar em Zobue e em Tsangano e ainda o faz em Honde, mas graças as novas tecnologias o rei vai a nu e cada manobra é denunciada. Em Fevereiro passado, por exemplo, numa área remota de Morrumbala (Chilomo, pertencente ao Posto de Chire) conta-se que alguns homens foram amarrados sobre árvores no mato para serem devorados pelas feras nas noites, crimes que o mundo ignora. Em Barue, qualquer jovem da FIR/FADM tem relações sexuais com qualquer homem ou mulher que lhe agrade: uma recusa teria sido imprudente. Um jovem das minhas relações e recentemente desmobilizado após perder uma perna disse-me que o seu comandante ordenava torturas ou decapitações como diversão enquanto estava comendo. E mandava matar pessoas suspeitas com martelo na cabeça, colocadas, de seguida enquanto ainda saltitavam pela dor da morte no carro ai estacionado e já com motor ligado para serem deitados em áreas aparentemente afastadas do local do crime. Foi o caso dos sete corpos que foram encontrados em Sussundenga e outros em Metuchira.
A Renamo devia libertar uma província e promover uma imigração sem precedentes de todos os que queiram viver sob sua égide. Iamos assistir a um movimento imparável de pessoas saindo das áreas frelimistas para respirar a liberdade. Uma utopia, apenas.
Acusar a Renamo é uma irresponsabilidade da parte do Viriato e vai de acordo com o que o regime pretende para justificar os rombos. A Frelimo está a fazer de tudo para levar a Renamo a guerra e com isso fazer justificações do tipo de Viriato, isto é, acusar a guerra pela paralisia comercial. Quem deve fazer parar a guerra é Nyusi e a sua Frelimo porque foram eles que tomaram a iniciativa para a guerra. É Nyusi quem serve de almofada o sangue e as almas dos jovens que todos os dias tombam nas florestas. É Nyusi quem dorme aguarnecido pelas almas que os esquadrões da morte já semearam por este país adentro e ainda continuam a semear. Portanto, falar dos efeitos da guerra é falar do prolongamento da maldade da Frelimo que faz do gatilho o seu modus vivendi.
Toggle Commented Apr 25, 2016 on A CRISE at Moçambique para todos
Eu não consigo abrir!
Outro texto é este. Também ficou bem com a César o que é de César. Desculpe Gil, nas é preciso pôr termo as brincadeira de mau gosto! Doravante assim será. E peçamos aos utentes do FB para que partilhem com rapidez a fim de chegar mais distante a divulgação do Jornal Domingo SANGUE HUMANO: REFEIÇÃO PREDILECTA DE NYUSI Data: domingo, 24 abril 2016, 00:00 | Visitas: 74 “ Não terão conhecimento os obreiros da iniquidade, que comem o meu povo, como se comessem pão?” Salmos 14:4 Cada um de nós, deixa o seu rasto na sua passagem por este atribulado planeta à sua maneira. Alguns notabilizam-se através de canto e dança, (Zaida e Carlos Nhlongo & Michael Jackson); teatro (Gil Vicente & Gilberto Mendes); poesia (Luís de Camões); pintura (Pablo Picasso); escultura (Michelangelo Buonaroti/Miguel Angelo); Cerâmica (Maria Sidónio Borracho Damião & Reinata Sadimba); artes marciais (Matsangaissa e Dhlakama), como exemplos. Outros, simplesmente passam despercebidos preferindo usufruir a vida sorrateiramente. São pessoas que geralmente não aparecem nas revistas cor-de-rosa porque abominam as festas sociais, os “flashes” das máquinas fotográficas nem as luzes da ribalta. Mas nem por isso são menos importantes. São casos de empresários, membros de Governos, médicos, curandeiros, etc., pouco vistos em cafés ou restaurantes de luxo, preferindo refugiar-se em casa a descansar ou fazer passeios discretos. De todos esses, quanto a nós, os piores são os que carimbam a sua passagem através do derramamento de sangue inocente, tornando-se um horror, já que a humanidade teve sempre um fascínio por figuras monstruosas, ou homens de mente mesquinha, (Samora Machel), e de figuras estranhas e terríveis com uma força descomunal, (casos do Minotauro dos gregos, os Elfos dos britânicos, os Dragões dos Chineses, as Sereias que simbolizavam a sedução mortal - cabeça e tronco de uma belíssima mulher e com o resto do corpo de peixe - elas encantavam os marinheiros através do silvo dos seus cantos). Embora alguns desses monstros sejam, obviamente, frutos da imaginação ou obras de ficção, há apenas um ou dois séculos atrás, a crença de que alguns deles existiam era comum. Até hoje, muitas pessoas acreditam que alguns desses seres, (Swipoko, Swidjusa, Mimoya ya ku biha), realmente estejam por aí, prontos para nos surpreender ou apavorar. Eles formam o grupo dos monstros “favoritos” e mais conhecidos da humanidade. Se na verdade já não existem bichos lendários, existem homens sanguinários cuja fama é pior do que o dos Monstros míticos. Qualquer moçambicano(a), sabe que desde que o homem de Mueda abandonou a invejável mansão dos “CFM” em Nampula onde se diz que neste momento apenas lá só vive a seduzida e abandonada familiar da dona Isaura Xavier Mbiriakwira Nyusi e os filhos, indo ele viver em Maputo, a vida dos viajantes da EN1, mudou radicalmente. Ignorando todos os apelos de se libertar dos homens por ele armados, o co-Fundador dos esquadrões da morte da Frente de Libertação de Moçambique, (FRELIMO), tornou-se num temível monstro sanguinário. Ninguém consegue demovê-lo de beber diariamente o sangue quente dos filhos inocentes desta Pátria Amada. Nem os apelos provenientes do seu correligionário agora feito comentarista, o Manicano/tetense Sergio Sanguessuga Vieira. Muito menos lhe pesa o facto de ser o presidente da Frelimo, uma organização que busca a divulgação e implementação de formas de liquidar os opositores políticos através da união dos esquadrões da morte e cuja ideologia, de acordo com seu depoimento, foi baseado no "interesse supremo do Estado". Qual humanismo com sentido de Estado, qual quê!? Todos nós sabemos que, Nyusi, mesmo contra os princípios do Acordo Geral de Paz de Roma que previu a desmobilização total dos rebeldes da FRELIMO, ele sempre manteve um exército privado, composto segundo ele por “FIRs Invencíveis”, treinados nas bases e que supostamente possuem ligações com forças da barbárie, acostumados com o ambiente selvagem, o que os torna excelentes rastreadores e caçadores, bem como peritos em extremínio. Devido a sua ligação natural com a violência, “os FIRs Invencíveis” geralmente têm as mortes como companheiras, e dependendo do nível de magia do cenário, podem se comunicar com elas ou até mesmo se transformarem em esquadões, razão porque o próprio Nyusi saiu de Mueda até Nampula-Maputo. A pergunta que fazemos é: como e quando pretende Nyusi parar de beber sangue humano? Kandiyane Wa Matuva Kandiya nyangatane@gmail.com JORNAL DOMINGO – 24.04.2016 http://www.jornaldomingo.co.mz/index.php/opiniao-2/7447-sangue-humano-refeicao-predilecta-de-dhlakama
Toggle Commented Apr 25, 2016 on Um passo de cada vez at Moçambique para todos
O SENHOR TEM RAZÃO. SIMPLES QUANTO ISSO. VAMOS DIFUNDIR A CRIATIVIDADE DO INÁCIO PARA SER BEM PERCEBIDO. FICOU MUITO BONITO O TEXTO LIDO DE FORMA JUSTA. FIZ A MINHA PARTE. Um passo de cada vez Para uma abordagem pragmática do diferendo que nos opõe a Frelimo, o importante a salientar é que apesar do presidente Afonso Dhlakama priorizar o diálogo, Filipe Nyusi neste momento por atacar o estado de direito deixou de ser um interlocutor válido, portanto o dedo dos Rangers não pode sair do gatilho até que a Frelimo pare de matar moçambicanos. O diálogo estará sempre na mesa, desde que o líder da Frelimo reconheça o poder constituído, e obedeça à ordem incondicional de desarmar os seus homens. A sociedade anda farta de criminosos para ter de lidar com bandidos armados, com o seu discurso político abominável e tribalista. A política não substitui a justiça, sendo por isso o motivo do equívoco vivido até aqui, porque um estado que não actua firme e de forma implacável ante o banditismo armado, é um convite à instabilidade política. A Renamo deve deter o monopólio da violência e da justiça, e o partido Renamo na AR, ao determinar que a Frelimo e Filipe Nyusi devem ser responsabilizados criminalmente, pelas matanças de cidadãos indefesos, e por atacarem os Rangers, destruir bens, fê-lo por imperativo nacional, sendo de louvar. A prerrogativa de uma paz podre ou de guerra não declarada encontra-se nas mãos do presidente Nyusi, contudo importa enfatizar que a Nação pretende preservar a paz, conquanto a Frelimo seja completamente desarmada, e Nyusi esteja fora da parceria política, não havendo país algum no mundo capaz de impô-lo à força. O recurso militar por ser útil para dissuadir futuros actos de banditismo armado deve continuar. Se Nyusi foi mal aconselhado o problema é dele, e se voltou a pegar em armas foi por a ambição pessoal falar mais alto que a razão, agora o seu caso está nas mãos da justiça e dos Rangers. Ninguém está acima da Lei, e nesta matéria ele é um reincidente. Finalmente os Rangers estão a dar conta do recado na defesa da pátria, e dos bens do povo. A componente político militar da Frelimo está de rastos para exigir o que quer que seja num potencial diálogo, e o seu colapso não deve tardar. Sempre mencionei nos meus artigos de opinião, que no final da actual crise política, a posição da Frelimo ficaria extremamente fragilizada. Será que veremos uma Frelimo domesticada, capaz de entender que se deve reger pelas regras de jogo democrático? Em minha opinião pessoal apenas uma derrota militar do braço armado da Frelimo pode trazer a paz, tranquilidade, e o desenvolvimento que Moçambique necessita. Neste momento o líder da Frelimo luta pela sua sobrevivência política às mãos dos Rangers. Ele com a sua ideologia neotribalista encontra-se cada vez mais desnorteado, e o debate de ideias inexistente, além de nunca ter constituído uma alternativa política em Moçambique, contudo sabemos que à sua ilharga movem-se forças sombrias, de algumas chancelarias ligadas à UE em Maputo, onde os homens da Frelimo como prostitutas foram batendo à porta, e que em último recurso poderá exigir a sua sobrevivência política, mas não vejo como. O partido Renamo tem uma grande tradição de amizade por essa Europa fora, mas a UE doravante está dominada pela PPE, Partido Popular Europeu, da direita conservadora e democratas cristãos, que engloba partidos ultranacionalistas e xenofobos, antisemitas e racistas, que nada têm a ver com o passado de solidariedade. O quadro político europeu política e sociológicamente mudou. Hoje quanto verificamos que países como a Dinamarca, Holanda, Noruega, Áustria, Polonia, Hungria, têm no governo partidos populistas e extremistas da direita, e que os ideais ultranacionalistas e racistas expandem-se pela França, onde os Lepens estão na moda, Inglaterra, Polonia, sendo poder nos países bálticos, confirmamos que a Europa já não é o que era. Esta é UE com que lidamos presentemente, dominada pela PPE, que o nosso presidente irá encontrar quando estiver na Alemanha, especialmente em Bruxelas. Um passo de cada vez. Eu acredito na democracia, e por ela espero bater-me contra todos que a querem desviar. Espero que possamos tratar da saúde a Nyusi e do seu bando de rufias armados, e depois corrigir o que está errado na economia. Em meu entender não é pela beleza da baía do Indico que a UE está tão empenhada em ser protagonista em Moçambique. Tem vários investimentos em projectos de desenvolvimento económico no pais. A pergunta pertinente que se colocaria,...Terá sido a UE a aconselhar a Nyusi para dar início à actual crise política? É que continuo sem entender o grau de interferência da União Europeia no actual quadro da crise política. Já escutamos várias intervenções de dirigentes da organização, todas desfavoráveis ao governo, ao mesmo tempo que diz que gostaria de mediar o diferendo. Hoje entende-se o porquê da Frelimo há muito recusa a UE como potencial mediador, mas para nós trata-se de um assunto interno, e quanto sei os Rangers estão a dar e bem conta do recado. A UE não é um aliado de Moçambique, mas apenas um parceiro económico. A Africa não foi abandonada por Deus, e por mais que digam que nascemos com côr do pecado, continuamos a dar conta do recado, e somos a cor do continente. Até ao momento não vi o nome africano dirigente ou privado na lista do escândalo Papéis do Panamá, e se a Dinamarca conforme alguns pasquins ligados à Frelimo não deram grande relevo de contentamento, encerrou a sua embaixada, mas as nossas relações não continuam. O que me foi dado a conhecer é que a Dinamarca é um dos países que deixou de apoiar o nosso OE, e por outro lado se hoje em dia existe um país eurocéptico europeu, que põe em prática uma política anti-imigração é a Dinamarca. Uma Dinamarca governada pela direita conservadora e ultra nacionalista, que aplica lei anti-imigração para além do estipulado pela UE, sujeitando as crianças, filhos de emigrantes a temperaturas extremas de inverno, e à exclusão social, e obrigando os asilados a viver em locais reservados, e os imigrantes em campos de concentração. Apesar dos bombardeamentos da Nato, a Líbia, Síria, Iraque, onde semeiam morte e miséria, quando alguém pede asilo a político o governo dinamarquês acha-se no direito de confiscar os seus bens, etc, etc. Unidade, paz e democracia PS: Seria bom que a questão da divida soberana fosse de imediato esclarecida para que Moçambique regresse aos mercados sem sobressaltos. O país não tem a opção de escolher o credor que entender, está condicionado a isso, contudo a confiança junto dos credores e doadores ficou abalada, sendo necessário o restabelecimento imediato da confiança. O governo deve explicar o montante da divida conforme o presidente Afonso Dhlakama elucidou aquando da sua vida pública. Quando o governoanda falha de ideias e imaginação e com o seu líder em fuga, resta apenas o recurso ao insulto e alianças a sectores ultracolonialistas e racistas. A nossa superioridade intelectual e moral permite-nos a opção de responder a pessoas mentalmente perturbadas, apenas em locais próprios; mas os vermes confundem o princípio com fraqueza. Inácio Natividade JORNAL DOMINGO – 24.04.2016
Toggle Commented Apr 24, 2016 on Um passo de cada vez at Moçambique para todos
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Apr 24, 2016