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Dr.Bolingo Nanga
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Acho que os outros protagonistas mostraram, marcadamente, falta de criatividade na sua abordagem, limitando-se apenas a criticar ora a FRELIMO como a RENAMO, mas com maior destaque para a RENAMO. Desd quando eh que o senhor "sindicalista" Tibana, sempre colado a FRELIMO nas suas abordagens eh um activista social? Espero que nao esteja enganado, mas conheco-o muito bem se eh o mesmo que tinha os seus escritorios no Ministerio de Trabalho. Deixem os dois partidos trabalhar e discutamos apenas quando tivermos resultados que nao nos agradem.
Cam que entao estes macacos continuam com a sua historia de DESCRIMINACAO TRIBAL, enquanto apregoam a "unidade nacional!"
Caros leitores residentes em Mocambique! Ja que se falou na retirada das FDS/FIR das zonas de confronto militar, soh agora eh que Angola envia o seu Ministro de Defesa? O que acham que veio aconselhar a FRELIMO? Nao tenho duvidas que deve ter vindo insistir na solucao angolana, o que eh de lamentar...mais contribuicoes de quem souber melhor.
SENHOR LAURINDO MACUACUA! O SEU ARTIGO ABORDA QUESTÕES MUITO IMPORTANTES, BEM PENSADAS E DIGNAS DE REFLEXÃO. PORÉM, QUERO LEMBRÁ-LO QUE O POVO SEMPRE PUNIU A FRELIMO, PRINCIPALMENTE NAS ELEIÇÕES DE 1999 (EM QUE MESMO DEPOIS DE TREMENDAS MANIPULAÇÕES, SOBRETUDO EM NACALA E NAMPULA CIDADE, A DIFERENÇA ENTRE DHLAKAMA E CHISSANO ERA DE APENAS 3%. POR OUTRAS PALAVRAS, ENQUANTO A OPOSIÇÃO (PARTICULARMENTE A RENAMO) NAO CONHECER AS FORMULAS DE FRAUDE USADAS PELA FRELIMO, ESSA PUNIÇÃO JAMAIS SE REFLETIRÁ COMO VITÓRIA DA OPOSIÇÃO. O MDM VENCEU PORQUE NÃO LEVOU A FRELIMO DE ÂNIMO LEVE - TRABALHOU MUITO PARA FRUSTRAR AS SUAS INTENÇÕES MALDOSAS.
Uma excelente obra intelectual pois ela genuinamente reflecte a interpretacao de muitos mocambicanos sobre a natureza, obra e trabalho da FRELIMO. Bem haja!...
Eu ja disse uma vez nestas paginas: As "negociacoes" sao um jogo de diversao pois a FRELIMO nao estah nada interessada num desfecho negociado. Estah, isso sim, a todo o custo matar o LIDER DA RENAMO para depois corromper os pobres sobreviventes. Basta recordarem-se dos pronunciamentos de muitos lideres da FRELIMO que continuam a buscar as racionalizacoes e/ou justificacoes usadas ao longo da guerra dos 16 anos saber que a FRELIMO estah se marrimbando para uma solucao negociada.
Pelo menos a RENAMO nao o matou. Se fosse a FRELIMO, o cara seria resgatado morto.
Bom dia Jornal Domingo! Pelo que sei, uma mentira eh a propagacao de declaracoes falsa, sem base factual. Eh a prevaricacao caracteristica de pessoas que nunca dizem algo real. Relativamente ao seu pequeno artigo, ja esta mais do que claro que o que o Presidente da RENAMO disse sobre a ida de uma comitiva dos mediadores internacionais em Mocambique ja se provou ser uma verdade pois o prMario Rafaelli desmentiu-se dizendo que efectivamente estivera em Gorongoza quando as FDS montaram uma ratoeira para c"capturar o Dhlakama. Assim, sou de opiniao que o Domingo deve escrever um outro artigo pedindo desculpas por ter escrito sem primeiro ter pesquisado a questao junto dos mediadores.
O senhor Salomão Moyana já teve a oportunidade suficiente de mostrar a sua bravura, negando assinar as actas das últimas eleições gerais de 2014. Pelo contrário, preferiu receber um punhado de dólares para trair o povo moçambicano e encobrir as verdades que testemunhou no STAE e na CNE. Pessoalmente, eu etimava-o bastante, mas esta estima já evaporou por me ter apercebido que afinal o senhor Moyana é um Judas Escariot. Depois do que aconteceu no STAE relativamente à postura do senhor Moyana, eu não conseguiria erguer a minha cabeça em Moçambique. Por isso, acho bem feito que a sua entrevista não tenha sido posta no ar. Quem de pedra mata, de pedra morre. Mais não disse.
O senhor Dr. Francisco Moisés tem razao, O filósofo francês Michel Foucault (1926-1984) que fundiu uma extravagante doutrina inspirada no anarquismo com as concepções de Nietzsche, dizia e passo a citar: "De certo modo, tudo o que nos cerca hoje é subproduto da Revolução Cultural dos anos 1970, década de onde emergiu o "politicamente correto" e praticamente todas as políticas públicas que marcam a gestão social no Ocidente." Em consonância com o parágrafo anterior, e relativamente ao senhor Viriato Caetano e suas ideias loucas eu digo: "Tudo o que o Viriato Caetano escreve é inspirado pela "revolução" de 1974, onde emergiou o politicamente incorrecto" que determina tanto a história de Moçambique como as diarreias do G-40, a Rádio Moçambique, os Jornais Domingo e Notícias e a TVM." É uma tragédia, mas parece-me que não temos muitas escolhas senão sucumbirmos a essas loucuraa colectivas dos nossos concidadãos.
Only an all-out war can stop the FRELIMO idiots from continuing to assassinate RENAMO members. An all-ou war that can even reach the cities and make FRELIMO cadres mobility impossible.
Sera que existe algum membro do governo da FRELIMO que nao esteja em conflito de interesses? Duvido. Eh o mosus operandi deles.
SIM SENHOR NHANTUMBO! TAMBEM JAMAIS VEREMOS-ATEH A NOSSA MORTE-UM DESENVOLVIMENTO POSITIVO, FUNCIONAL E INCLUSIVO COM A FRELIMO DO CHIPANDE NO PODER.
"A POLICIA DIZ QUE ESTA A INVESTIGAR"!...KKKK. ALGUMA VEZ UMA POLICIA DO CRIMINOSO INVESTIGOU O SEU PATRAO?
Enquanto prevalecer na FRELIMO o sistema de remuneracoes do banditismo dos assassinos patrocinado pelo estado, a saga continuarah.
Alguem pode dizer-me o que se passa com as prosas dum tal Inacio de Natividade do Jornal Domingo?
Senhor Mia Couto! Vou ser muito breve e ao ponto: O Mdungazwe Ngungunyane Nxumalo, ou simplesmente Gungunhana Nxumalo nunca foi um rei Tsonga ou Rei VaTsonga. De acordo com Risimati Wilson Mkhari o reino dos VaTsonga foi atribuido ao Hosi Njhaka-njhaka durante a visita do Rei George VI in 1947. O que aconteceu entre 1884 e 28 de Dezembro de 1895 quando Joaquim Mouzinho de Albuquerque prendeu o Gungunhana pode muito bem se caracterizar como uma desobediencia civil. Prometo escrever, se Deus quiser.
Sim Irmao Nhantumbo! Ateh o homem das barracas do Museu e Mandela (um qualificado alcoolico de nome Gustavo Mavie) ja comecou a envolver um tal Pitman da Embaixada dos Estados Unidos de America como o principal financiador da RENAMO. Acho que devemos parar aquele homem--nao matando-o como a FRELIMO faz, mas sim apresentando factos contra os seus argumentos e alegacoes doentias.
Segundo a minha Tese, o tipo pensa que o Dlakhama estah apertado e quer se aliviar do cerco da FRELIMO, o que afinal pode ser verdade. Porem, torna-se ja claro que este tipo, o tal FN, eh mesmo uma caixa de ressonancia dos arrogantes carrascos da FRELIMO que, com as aberracoes do Gustavo Mavie que acusa o Embaixador dos Estados Unidos da America,veem uma saida airosa. Por outras palavras, ja acredita na possivel morte de Afonso Dlakhama--isso nao vai acontecer.
Apesar do Presidente da RENAMO ter dito numa entrevista que teve que nao conhecia os motivos da retirada temporaria dos mediadores, acho que depois de ter criado 12 frentes em torno da Serra de Gorongosa, a FRELIMO deve se ter convencido que iria lancar o assalto final e acabar com o Dhlakama, pelo que deve se ter antecipado a fazer lobbies junto dos mediadores. Objectivo: quando regressassem, Dlakhama ja seria historia e negociar-se-ia com os sobreviventes nos termos da FRELIMO. Admito esta hipotese porque conheco as artimanhas da FRELIMO.
Dearv Mozambican, I am deeply moved by your wise considerations and comments. It is indeed difficult to make a drywood glow and have leaves. Judging from its attitudes, behaviour and lack of respect for the people it claims to govern,FRELIMO is like a dead tree which wood (its members) is dry. So, you are right to assert that my suggestion of the need to create a government risk monitoring agencey or regulator cannot work under the corrupt FRELIMO party full of fake PhDs. Thank you for your response.
In his novel “A Tale of Two Cities”, set during the French Revolution of the late eighteen century, Charles Dickens wrote “It was the best of times; it was the worst of times.” Dickens may have been premature since the same might well be said now, at the beginning of the twenty-first century. When we think about large risks, we often think in terms of natural hazards such as the 2000 floods that hit Mozambique, hurricanes, earthquakes or tornadoes. Perhaps man-made disasters come to mind—such as the terrorist attacks that occurred in the United States on September 11, 2001, or the ongoing RENAMO and FDS attacks that are decimating hundreds of people in the provinces of Sofala, Tete, Manica and, to a certain extent, Zambezia and Nampula.As such, we in Mozambique, particularly the FRELIMO government of Mozambique, has typically overlooked financial crises, such as the one that the country is going through now. But this man-made disaster has the potential to devastate the national and regional marketplace. Losses in billions of dollars due to withheld potential investments and in much human suffering and insecurity are already being totaled as the Mozambican FRELIMO members of parliament indifferently approved the 2015, without minimum scrupulous considerations. As a result of this overt irresponsibility and lack of accountability,today the Mozambican economy and the country's financial market is on the brink of collapse as never before expected.Why did Mozambique reach this degree of irresponsible management? I can attribute the current collapse of the Mozambican economy and its current rating by rating agencies to financial risky behavior of a magnitude never before experienced. Its magnitude dwarfs any other previous disastrous events that FRELIMO has ever indulged into since the country’s independence in 1975. To end this short comment, I think that the Mozambican authorities must stop "building" the country's economy with basis on a financial house of cards with a faulty foundation built by unethical behavior and corruption in the financial markets. Furthermore, it is now high time for the FRELIMO party to stop using its Nachingwea-style guerrilla experiences in the governance of Mozambique, and should begin finding answers to questions such as: - How was risk in this situation so badly managed? - What could firms and citizens do in order to protect themselves? - How can government measure such risks beforehand to regulate and control them in the future? These and other questions come immediately to mind when we contemplate the fateful consequences of the risk management fiasco that the Mozambican crisis represents. To have the central bank increase reference interest rates as a solution is a far cry for what needs to do is to form a regulation agency capable of overseeing government expenditures. "A luta continua!"
VIVAAA!...Eh deste tipo de jovens que Mocambique dosos 1000 anos precisa, e nao dos lambe-botas cujas mentes sao cativas da FRELIMO. Afinal existe um ditado que diz que A SORTE PROTEGE AS (OS) AUDAZES. Nice going Miss Parreira!
De acordo com a Merriam Webster Dictionary, a descentralização é o processo de dispersão do poder, ou seja, a delegação do poder da autoridade central para a autoridade territorial ou para as autoridades locais. Existem vários tipos de descentralização: a descentralização política, administrativa, económica, fiscal, ou a descentralização do mercado. A descentralização política tem como principal objectivo devolver o poder ao cidadão ou aos seus representates eleitos na tomada de decisões públicas. É senmpre associada com políticas pluralistas e governação representativa. Por conferir o poder e mais influência ao cidadão e seus representates no processo de elaboração e implementação de de políticas, este tipo de descentralização tem um papel crucial na consolidação da democracia. Sou de oppinião que com a descentralização política, as decisões sobre a governação podem ser tomadas com maior participação do cidadão, com a sociedade sendo melhor informada sobre os diferentes aspectos de governação que afectam a vida do cidadão. Mais ainda, a descentralização política permite que o cidadão conheça quem o governa, i.e., os seus representantes políticos, ao mesmo tempo que permite que os representantes eleitos conheçam melhor os seus círculos eleitorais. Invariavelmente, a descentralização política é precedida de emendas constitucionais e o desenvolvimento funcional de partidos políticos pluralistas, o fortalecimento da legislatura e o encorajamento do trabalho de grupos de interesse púiblico. A descentralização administrativa serve para redistribuir a autoridade, a respondabilidade, e os recursos financeiros para a prestação de serviços públicos nos diferentes níveis de governação. É a transferência da responsabilidade do planeamento, financiamento e gestão de certas funções públicas do governo central e suas agências para as unidades regionais dos diferentes níveis de governação criando assim entidades governamentais regionais semi-autónomas. Existem três principais tipos de descentralização administrativa: desconcentração, delegação e devolução--cada tipo com características diferentes. Desconcentração. Este é o tipo mais fraco de descentralização e é sempre usado em estados unitários. Através deste tipo de descentralização a autoridade de tomada de decisões e a gestão financeira é distribuída entre os diversos escalões do governo central. É a réplica do estilo de gestão do governo central pois o que existe é apenas a repetição dos pelouros de direcção do governo central nas províncias ou distritos, sob a supervisão dos ministrios do governo central como actualmente acontece com todas as direções provinciais em Moçambique. Delegação. A delegação do poder é a forma mais extensiva da descentralização pois através dela o governo central transfere as resoponsabilidades de tomada de decisão e gestão da função pública para organizações semi-autónomas não plenamente controladas pelo governo central, mas prestando contas a este. Os governos delegam responsabilidades quando criam empresas ou corporações públicas, entidades de fomento habitacional, entidades transportadoras públicas, distritos escolares semi-autónomos, corredores de desenvolvimento regional e/ou projectos especiais. Em condições normais, estas organizações têm muita descrição na tomada de decisões... Dvolução. O terceiro tipo de descentralização administrativa é a devolução do poder. Quando um governo devolve o poder, a autoridade de tomada de decisões, gestão financeira, e a gestão de todas as unidades quase autónomas do governo local são transferidas. Geralmente, a devolução transfere as responsabilidades dos serviços municipais com os seus próprios presidentes municipais e conselhos municipais que angariam os seus próprios fundos e possuem uma autoridade na tomada de decisões de investimento. Na devolução do poder, os governos locais têm fronteiras geográficas claramente definidas em que desenvolvem as suas actividades incluindo as actividades da função pública. É com base neste tipo de descentralização administrativa que muitos sistemas de descentralização política funcionam. Quanto a descentralização fiscal, esta transfere a responsabilidade fisal financeira para as regiões descentralizadas. Com vista a permitir que os governos locais e suas corporações funcionem efectivamente, torna-se necessário que exista um nível adequado de recursos financeiros--angariados localmente ou transferidos do governo central--assim como a autoridade de tomada de decisões sobre gastos. A descentralização fiscal pode assumir muitas formas, nomeadamente a) auto-financiamento ou recuperação através de cobranças aos utentes dos serviços; b) co-financiamente ou contratos de co-produção em que os utentes possam participar na prestação de serviços e infraestruturas através de contribuições monetárias e laborais; c) expansão de receitas locais através de impostos prediais e de propriedade e impostos de vendas, ou ainda cobranças indirectas; d) transferências intergovernamentais que transformam rendimentos gerais de impostos cobrados pelo governo central para os governos locais para fins específicos; e e) autorização de empréstimos aos municípios e a mobilização de recursos locais ou nacionais através de garantias de empréstimos. Sabe-se que em Moçambique, a FRELIMO considera a autarcização como uma forma de descentralização do poder. Porém, quando o Movimento Democrático de Moçambique venceu em Gurué, Quelimane, Nampula e Beira, a FRELIMO apressou-se a nomear administradores distritais e/ou de cidade (não conheço a sua correcta designação) para ofuscarem a governação da oposição. Mais ainda, nem todos os serviços públicos são geridos autonomamente pelos edis do MDM. É isso que o Nyuse considera de descentralização gradual? Que pena!...e os bobos vão aplaudindo estes pronunciamentos inspirados num elevado nível de ignorância que grassa a FRELIMO...!!!