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https://www.reuters.com/world/africa/amid-energy-crisis-eu-plans-help-gas-rich-mozambique-boost-security-2022-08-16/ Segundo a REUTERS o European External Action Service (EEAS) do Sr. Josep Borrell irá propor aos 27 países da EU o aumento da ajuda financeira de natureza militar, no valor de 15 milhões euros, destinada às forças da SAMIM estacionadas em Cabo Delgado. Um dos principais objetivos da ajuda financeira europeia às forças da SAMIM é assegurar condições de segurança para que as multinacionais da EU possam "pilhar" ao seu belo prazer o gás moçambicano. Os chamados valores europeus não pesam na consciência do Josep Borrell. Para este parasita vale tudo, incluindo ajudar os invasores a matarem moçambicanos que nunca tiveram a oportunidade de sonhar
https://www.herald.co.zw/nyusi-hails-positive-results-from-peace-with-renamo/ Nyusi diz no artigo acima que o malvado DDR está em fase de conclusão. Mais à frente, Nyusi diz que o DDR faz de Moçambique um país de paz e harmonia. Segundo o mesmo artigo, a chamada Frenamo reclama que 68% das forças da RENAMO aderiram ao chamado DDR. Ao acreditar nos números indicados pela Frenamo, ninguém de bom senso, classificaria o malvado DDR como um sucesso quando em 3 anos conseguiram uma adesão de 68% que não foi capaz de assegurar a paz e harmonia em Moçambique. Dizer que o chamado DDR está em fase de conclusão é uma falácia!
Este artigo que tem a assinatura da LUSA é uma cópia, traduzida para português, da notícia publicada ontem pela AP News aqui: https://apnews.com/article/islamic-state-group-middle-east-africa-united-nations-terrorism-fc8f5895776d184bd37f3fd86b03a7ab O sr. Martin Ewi é um investigador do Institute for Security Studies (ISS) com sede em Pretória https://issafrica.org/author/martin-ewi É uma completa aberração afirmar que África e o continente pode ser “o futuro do califado”. O sr. Martin Ewi não apresenta fatos que sustentam tal afirmação. O sr. Martin Ewi disse o seguinte:"o Estado Islâmico da África Central transformou algumas regiões do Congo e Moçambique em “matadouros humanos”". O sr. Ewi deve ter-se enganado por quem transformou Moçambique num matadouro humano foi a Frelimo. O sr. Ewi foi para o Conselho de Segurança da ONU agitar a bandeira do Estado Islâmico como sendo este o responsável pela guerra no norte de Moçambique esquecendo as verdadeiras razões que levaram os patriotas moçambicanos do norte a lutarem contra a Frelimo e os seus cúmplices estrangeiros. É interessante que o ISS reconheceu que:"the insurgency was driven by legitimate local grievances" como se pode ver aqui: https://www.defenceweb.co.za/featured/iss-analysis-supports-sadc-deployment-in-mozambique/ Já não é o fantasma do Estado Islâmico o culpado pela insurgência. Quem paga a esta gente para fabricar narrativas falsas sobre conflitos que resultam que origem na má governação. Outro analista sobre conflitos em África, sr. Ajmal Sohail, publicou num site europeu, no dia 09-08, um artigo intitulado "Al-Qaeda, ISIS, Taliban and the Modus Operandi of Jihadi Terrorism in Africa" https://moderndiplomacy.eu/2022/08/09/al-qaeda-isis-taliban-and-the-modus-operandi-of-jihadi-terrorism-in-africa/ É mais um analista que escreve aberrações sem conhecer a realidade de Moçambique e o que foi é o pesadelo da tirania da Frelimo.
Este ataque a 30km da RML já é notícia na Aljazeera https://www.aljazeera.com/news/2022/7/20/gemfields-reports-attack-near-mozambique-ruby-mine
"Os sobreviventes dos garimpeiros estão de regresso enquadrados nas fileiras dos rebeldes para se vingarem contra a Frelimo. A situação já obrigou as companhias mineiras a reagir a esta situação de força maior e a arrumar bagagens para fazer pernas para que vos quero, como outrora o fizeram os bravos franceses de Afungi." Os valentes patriotas moçambicanos do norte realizaram um ataque militar na quarta-feira próximo da mina de rubis da Ruby Mining Limitada (RML) em Montepuez conforme foi reportado pela Gemfields. https://www.news24.com/fin24/Companies/gemfields-reports-attack-near-mozambique-ruby-mine-20220720 Não existem forças militares da Frelimo ou estrangeiras que possam travar a luta justa dos patriotas moçambicanos do norte
Artigo publicado em 14-07-2022 no BNN Bloomberg intitulado "Protest Fears Freeze Mozambique Capital as Cost of Living Bites" https://www.bnnbloomberg.ca/protest-fears-freeze-mozambique-capital-as-cost-of-living-bites-1.1791901 O "Sri Lanka" africano a caminho de Maputo. Já estou a imaginar o povo de Maputo a marchar para o Palácio da Ponta Vermelha e deliciarem-se na piscina presidencial
Artigo publicado no THE WIRE, intitulado "Oil and Gas Multinational TOTAL Is Making a Mess in Mozambique", publicado em 08-07-2022.~ https://thewire.in/world/oil-and-gas-multinational-total-is-making-a-mess-in-mozambique Esta artigo mostra que os grandes perdedores dos projetos do gás da Frelimo são os moçambicanos.
https://zitamar.com/military-commander-killed-in-clash-with-insurgents/ De acordo com a ZITAMAR NEWS os patriotas moçambicanos do norte atacaram uma guarnição das forças militares da Frelimo (FADM) na vila de Mandimba, distrito de Nangade, no dia 28-06-2022. Nesse ataque foi morto o comandante da guarnição e foram feridos 5 soldados da FADM levando à fuga dos restantes militares da FADM. Segundo a imprensa da Frelimo os patriotas moçambicanos do norte estavam em fuga, mas a realidade mostra que são as forças militares da Frelimo que fogem aos primeiros tiros dos valentes patriotas moçambicanos
Artigo publicado no jornal britânico MailOnline, intitulado "Mozambique still haunted by civil war as new conflict rages", publicado em 29-06-2022 às 07:30 https://www.dailymail.co.uk/wires/afp/article-10963927/Mozambique-haunted-civil-war-new-conflict-rages.html Este artigo foca-se no pós maldito DDR e denúncia as consequências trágicas para os militares da Renamo que aderiram ao processo de desmobilização. É bom que tenha sido um jornal britânico a denunciar publicamente o maldito DDR patrocinado pelo secretário geral da ONU. O artigo revela que há militares da Renamo que recusaram participar no processo do DDR. É evidente para muitos dos militares da Renamo que o DDR apenas beneficiou os interesses pessoais dos dirigentes da Frelimo e Renamo. O DDR também serviu para a Frelimo ganhar um lugar no Conselho de Segurança da ONU. Tudo indica que os militares da Renamo, que recusaram participar no DDR, irão juntar-se aos esforços dos patriotas moçambicanos do norte que combatem a Frelimo e seus aliados nas províncias de Cabo Delgado e Nampula
Artigo publicado no FDD,s LONG WAR Journal, intitulado "Relocating or Expanding? Islamic State Mozambique`s Reation to Foreing Intervention", publicado em 27-06-2022. https://www.longwarjournal.org/archives/2022/06/relocating-or-expanding-islamic-state-mozambiques-reaction-to-foreign-intervention.php Este artigo refere que os patriotas moçambicanos do norte foram capazes de suster e expandir as suas operações militares para além dos seus territórios naturais em Cabo Delgado apesar da invasão das forças estrangeiras aliadas da Frelimo. Este artigo desmente a notícia do MEDIAFAX publicada neste blog, intitulada "Insurgentes “em fuga” continuam a semear terror nas aldeias", em 27-06-2022. https://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2022/06/insurgentes-em-fuga-continuam-a-semear-terror-nas-aldeias.html Os patriotas moçambicanos do norte não estão a fugir como o MEDIAFAX diz
https://expresso.pt/internacional/2022-06-24-Jose-Eduardo-dos-Santos-entre-a-vida-e-a-morte-00ad8c08 É desta forma que tiranos e ditadores terminam! Este criminoso tem uma morte dolorosa.
Artigo publicado pela International Bar Association publicado em 23-06-2022 intitulado "Mozambique: War in resource-rich region threatens $25bn foreign investment" https://www.ibanet.org/Mozambique-War-in-resource-rich-region-threatens-25bn-foreign-investment As recentes vitórias militares dos patriotas moçambicanos fazem tremer os interesses do mundo de negócios. A luta dos patriotas moçambicanos do norte ameaça acabar com as negociatas dos tiranos da Frelimo com os seus parceiros internacionais
Artigo publicado pelo United States Institute of Peace em 23-06-2022 intitulado "Regional Security Support: A Vital First Step for Peace in Mozambique" https://www.usip.org/publications/2022/06/regional-security-support-vital-first-step-peace-mozambique Este artigo mostra a visão dos EUA sobre a guerra no norte de Moçambique. No fundo estão preocupados com os interesses dos EUA na região
Artigo publicado no BNN Bloomberg online 2h atrás intitulado "Beheadings Show Islamist Peril Persists for Total in Mozambique" https://www.bnnbloomberg.ca/beheadings-show-islamist-peril-persists-for-total-in-mozambique-1.1779598 Este artigo analisa os últimos ataques dos patriotas moçambicanos do norte e as suas consequências imediatas na economia e finanças das empresas estrangeiras com interesses nos recursos naturais da província de Cabo Delgado, nomeadamente a Neoen SA, Syrah Resources Ltd. e Tesla Inc. Começa a ficar claro que a estratégia militar dos patriotas moçambicanos do norte é progredir em direção à província de Nampula, onde poderão ter células adormecidas, e controlar os acessos à província de Cabo Delgado. Esta estratégia militar está levar à interrupção das cadeias de fornecimento às empresas locais e estrangeiras localizadas na província de Cabo Delgado.
A Turquia, membro da NATO, forneceu aos terrorista do RUANDA veículos de combate Cobra II 4×4 que estão a ser usados no teatro de guerra de Cabo Delgado. https://www.janes.com/defence-news/land-forces/latest/rwanda-operating-cobra-ii-armoured-vehicles
BREAKING NEWS, As forças da SADC (SAMIM) sofrem baixas no confronto com os patriotas moçambicanos do norte https://www.news24.com/news24/Africa/News/sadc-forces-suffer-casualties-in-raid-on-insurgents-in-mozambique-20220614
Gostaria de recordar o excelente trabalho de reportagem da Aljazeera sobre a Montepuez Ruby Mining (MRM) realizado em Dezembro de 2015. https://www.aljazeera.com/program/africa-investigates/2015/12/10/mozambiques-gem-wars Esta reportagem mostra que o consórcio -MRM e família Pachinuapa- significou, para os ricos o "glamour" e para os moçambicanos a morte
Os últimos ataques dos patriotas moçambicanos causam tremores aos investidores da Montepuez Ruby Mining Limitada que poderão ver os seus lucros esfumarem-se! https://www.miningmx.com/top-story/49825-mozambique-insurgents-launch-attacks-65km-from-gemfields-montepeuz-ruby-mine/
As razões para a queda de 14% do valor das ações da Syrah Resources Ltd no mercado bolsita australiano no dia 09-06-2022 estão explicadas no link a seguir. https://www.fool.com.au/2022/06/09/why-is-the-syrah-share-price-crashing-11-today/ É uma vitória clara, com reflexos internacionais, dos patriotas moçambicanos do norte.
Artigo publicado na edição europeia da MINING WEEKLY no dia 09/06/2022 intitulado "Aussie miners move to allay shareholder fears following Moz attack" https://www.miningweekly.com/article/aussie-miners-move-to-allay-shareholder-fears-following-moz-attack-2022-06-09 Os patriotas moçambicanos atacaram um projeto mineiro de exploração de grafite pertencente à companhia australiana Grafex em Ancuabe. Esta exploração mineira está situada a 45km da capital Pemba. Este ataque fez estremecer aos acionistas dos projetos "ASX-listed Syrah Resources", situado em Balama, e "Battery Minerals" situado em Montepuez. Os patriotas moçambicanos do norte estão a aproximara-se de Pemba. Segundo a ZITAMAR NEWS, o ataque ocorreu num momento em que o governador de Pemba, Valige Taubo, visitava a vila Silva Macua situada a 15Km do projeto mineiro australiano em Ancuabe. Este é um aviso explícito para a Frelimo e seus parceiros estrangeiros de que a pilhagem indiscriminada dos recursos minerais moçambicanos está a chegar ao fim!
"a liberdade de expressão sem que ninguém seja perseguido, preso ou morto por aquilo que diz sobre o que seja que seja, incluindo fazer criticas, e severas nisto, daqueles que os governam;" Esta é a prova do que os terroristas da Frelimo, inspirados na Rússia de Putin, decidiram fazer para ainda mais limitar a liberdade de expressão dos moçambicanos, como é explicado pela GlobalVoices https://globalvoices.org/2022/06/04/new-laws-undermine-freedom-of-expression-and-press-in-mozambique/
Em primeiro lugar quero agradecer ao “Moçambique para todos” por publicar o texto intitulado “A INTRAGÁVEL VERDADE SOBRE A UCRÂNIA” “Embora uma vez visto como um resultado realista, agora deve ser óbvio que isso é impossível. Assim como a Ucrânia não tem capacidade para libertar todo o seu território anterior a 2014, também não tem capacidade para libertar o território recentemente conquistado no Donbas ou ao longo da costa de Azov. “ Respeito a opinião do autor do texto, mas contesto alguns dos seus argumentos nomeadamente o referido no parágrafo destacado acima pelos motivos que apresento a seguir. O texto representa a opinião de muitos intelectuais e militares na reserva da “Velha Europa” nomeadamente do Reino Unido, França, Itália, Espanha, Portugal e Alemanha. Estas personagens defendem que o fornecimento de armas letais à Ucrânia e o prolongamento da guerra podem levar ao emprego de armas nucleares por parte da Rússia. Estes intelectuais e militares europeus, que têm acesso fácil aos meios de comunicação social tradicionais, esquecem-se que a pública europeia está do lado da Ucrânia e os europeus são unânimes na condenação da invasão e dos crimes de guerra cometidos pelas forças armadas do regime de Putin em solo ucraniano. A invasão da Ucrânia em curso veio revelar as profundas debilidades da União Europeia (UE) e da Federação Russa. A UE vale menos do que a soma dos seus 27 estados membros. A falta de consenso em termos de política externa e de segurança tornou-se evidente com a progressão da invasão do regime de Putin à Ucrânia. A Federação Russa vale menos do que a URSS em termos económicos e militares. Os problemas que surgiram após a dissolução da União Soviética, ocorrida em 26 de dezembro de 1991, ainda persistem na Federação Russa. Embora a Rússia nunca tenha passado por um democracia estável, a abertura ao capitalismo iniciada por Boris Yeltsin a partir de 1991 e a globalização mundial que se seguiu introduziram profundas alterações no tecido económico e social da Rússia. A globalização criou novas oportunidades de negócio, empregos, relações comerciais, cadeias de fornecimento e, novos hábitos de trabalho e consumo. Com as sanções impostas ao regime de Putin muitas destas oportunidades serão perdidas ao longo do tempo e maior será o isolamento da Federação Russa. As novas gerações da Rússia, que habitam os grandes centros urbanos, habituaram-se a viajar pelas principais capitais europeias e, sobretudo a utilização intensiva das redes sociais americanas. Será que essas gerações querem voltar aos tempos da URSS? A dissolução da URSS é considerada pelas novas gerações da Rússia e dos países que foram satélites do império comunista como um ato de libertação. Os povos da UE que sofreram a opressão dos regimes da URSS não querem voltar atrás nem dar uma vitoria diplomática ao regime de Putin como defendem os intelectuais e militares na reserva da velha Europa. Após 100 dias de ocupação russa, a Ucrânia já perdeu 20% do seu território e muitas das suas cidades estão destruídas. Uma solução negociada, como defendem os intelectuais e militares na reserva da velha Europa, irá premiar o regime de Putin e legitimar futuras invasões aos países que foram no passado oprimidos e subjugados pela URSS. Uma solução negociada nestas condições nunca seria aceite pelos ucranianos que sofrem diariamente os intensos bombardeamentos descontrolados com mísseis lançados a partir da Rússia. O futuro da União Europeia está dependente da vitória do povo ucraniano. Uma vitória diplomática do regime de Putin pode levar à fragmentação da União Europeia entre os países que não foram ocupados pela URSS e os países que foram ocupados pela URSS. O povo ucraniano tem uma longa tradição de resistência que remonta à guerra pela independência que decorreu entre 1917 e 1921. A invasão russa de 24 de Fevereiro veio reavivar o sentimento de resistência que prevaleceu no período 1917-1921. Nesta nova guerra, existem regimentos ucranianos constituídos por voluntários enquadrados na forças territoriais que empregam táticas de guerrilhas para infringir pesadas baixas ao exército russo. Eles refletem o sentimento de resistência do período 2017-1921. Os ucranianos têm ao seu favor o “tempo”. O tempo não favorece os regimes ditatoriais. O regime de Putin pode neste momento reclamar ganhos territoriais mas que no futuro poderão representar perdas de maior dimensão. A manutenção do esforço de guerra do regime de Putin está muito dependente das receitas do petróleo e gás provenientes da UE. Será difícil ao regime de Putin encontrar novos compradores dispostos a pagar os mesmos preços que são praticados nas transações com os países da UE. O regime de Putin, com a invasão da Ucrânia, desferiu um duro golpe na já abalada globalização mundial, primeiro com a política protecionista de Trump e depois com a pandemia do COVID-19. A invasão da Ucrânia afeta todos países do mundo. Alguns youtubers pró-Putin atribuem às sanções aplicadas pelo Ocidente a responsabilidade pelas subidas da taxa de inflação e taxas de juro. Estes youtubers estão errados. Quem provocou as subidas da taxa inflação e taxas de juro foi a decisão de Putin de invadir um país independente e membro da ONU. Segundo alguns analistas africanos a invasão da Ucrânia criou novas oportunidades para os países africanos produtores de petróleo, gás e detentores de terras férteis. É triste ver o encontro da delegação da União Africana, chefiada pelo presidente Macky Sall, com Putin ocorrida em Sochi no dia 03 de Junho 2022. Esta delegação foi mendigar ao agressor a exportação dos produtos alimentares pertencentes aos agricultores ucranianos que estão nas zonas ocupadas pelo exército russo. Também pediram a retomada do fornecimento de fertilizantes russos. Será que África não tem meios para produzir fertilizantes, óleo de girassol ou trigo. Para que servem os enormes recursos existentes em África? É uma vergonha para os africanos! O sr. Macky Sall deveria saber que Imran Ahmed Khan foi demitido das funções de primeiro ministro do Paquistão logo depois do seu encontro com Putin, ocorrido em 24 de Fevereiro de 2022, onde ele foi pedir a ajuda da Federação Russa. A Federação Russa não é invencível como fazem crer os intelectuais europeus. A URSS, mais poderosa do que a Federação Russa, foi derrotada e humilhada na guerra resultante da invasão do Afeganistão que decorreu entre Dezembro de 1979 e Fevereiro de 1989. O resultado desta guerra de agressão foi a dissolução da URSS. O tempo e a tradição de resistência dos Afegãos derrotaram a URSS. O tempo e a tradição de resistência dos patriotas moçambicanos do norte derrotaram e humilharam os mercenários russos do regime de Putin que invadiram Cabo Delgado em Setembro 2019. O tempo e a tradição de resistência dos ucranianos irão derrotar o regime de Putin. Não se pode confundir a Rússia com o regime autoritário de Putin!
Nyusi está desesperado, agora está de visita à Guiné Equatorial possivelmente para pedir ajuda militar a um dos piores ditadores que humanidade já conheceu, o sr. Obiang Nguema. Nada de bom pode-se esperar de um encontro entre dois ditadores da pior espécie. https://www.africa-newsroom.com/press/president-nyusi-conducts-official-state-visit-to-equatorial-guinea-discusses-gas-monetization-and-mozambiques-gas-projects?lang=en Obiang Nguema e família usam os recursos do país em seu próprio benefício enquanto o povo vive na miséria. Mas há aqui uma relação especial entre Obiang Nguema e a Frelimo através do embaixador da Frelimo Murade Murargy e antigo secretário da CPLP. Obiang Nguema é proprietário de várias propriedades localizadas em Moçambique adquiridas com dinheiro roubado através do embaixador da Frelimo Murade Murargy. Obiang Nguema também tem propriedades em Portugal. Pelo que é público o governo socialista português deu à filha de Obiang Nguema um benefício fiscal de 1,5 milhões de euros.
A LUSA continua ser a porta-voz da Frelimo. Esta estória está mal contada! A LUSA faz referência a testemunhas mas nada diz sobre essas fontes de informação, quem, donde, quando etc. A LUSA é uma agência de informação controlada pelo governo socialista português apoiado pelo Partido Comunista Portugês. Não é independente, faz tudo para apoiar a política do governo socialista de Portugal em relação à Frelimo. É estranho, Portugal por um lado condenar a agressão russa à Ucrânia e por outro colar-se ao dirigentes da Frelimo que há pouco tempo reforçaram as relações com a Rússia com se pode ler no artigo a seguir indicado, intitulado "Matviyenko Tasks Mozambican Government Identify Sectors For Cooperation" publicado hoje na EurasiaReview: https://www.eurasiareview.com/03062022-matviyenko-tasks-mozambican-government-identify-sectors-for-cooperation/ Devo recordar que a senhora Valentina Matviyenko é alvo de sanções aplicadas pela União Europeia. Aqui fica a minha estranheza justificada. Quero também notar, que a LUSA favorece a Frelimo e não os moçambicanos de bem!
"Até foi a Ghana depois de chorar em Kampala, Uganda, para o moribundo Yoweri Museveni lhe enviar tropas para combater os patriotas. O fim do regime da Frelimo se aproxima." Bem dito! "Let’s fight terrorism together - Mozambican President" https://www.graphic.com.gh/news/general-news/let-s-fight-terrorism-together-mozambican-president.html Foi desta forma que Nyusi pediu ajuda militar, na sua intervenção no parlamento do Gana: “The fight against terrorism requires commitment and joint efforts of all countries” De acordo com artigo do GRAPHIC ONLINE, Nyusi informou ao parlamento do Gana, sobre a guerra em Cabo Delgado, o seguinte: "He noted that with the support of the Mozambican forces and some French troops, the country was able to neutralise the terrorist groups’ attacks to pave the way for the reconstruction of the province and the return of the people who fled the attacks." Esta declaração de Nyusi confirma a intervenção de tropas da Legião Francesa na guerra do norte como é hoje noticiado pela Africa Intelligence no artigo intitulado "Foreign Legion lends helping hand to EU training mission in Mozambique" https://www.africaintelligence.com/eastern-and-southern-africa_diplomacy/2022/05/26/foreign-legion-lends-helping-hand-to-eu-training-mission-in-mozambique,109787619-bre Os heróis moçambicanos do norte, embora não tenham a cobertura mediática dada aos heróis que defendem a Ucrânia, têm a capacidade e resiliência necessárias para enfrentar e derrotar os legionários franceses. Os legionários franceses como os mercenários russos foram ambos derrotados no Sahel por combatentes movidos em motorizadas.