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Frank
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Saudações Caro Moolla, É uma grande verdade o que diz
"Na sexta-feira, em combates de baixa intensidade, os insurgentes repeliram as posições avançadas das FDS nas aldeias ao redor de Mocímboa da Praia, como Awasse, Anga e Ntotwe, tendo muitos fugido pera Mueda, avançaram as fontes da VOA. Em Mueda, foi realizada uma conferência de replaneamento das FDS, tendo uma caravana militar partido na manhã de domingo para Mocímboa da Praia, mas, pouco antes de chegar a Awasse, no cruzamento para Mocímboa da Praia, o comboio de viaturas militares foi alvo de uma emboscada por um grupo de insurgentes." Apesar dos comunicados vitoriosos das FDS da Frelimo, são os rebeldes que tomam a iniciativa do combate agora sem limites territoriais. As FDS já não se importam de confessar que fogem desesperadamente ao primeiro tiro dos rebeldes que estão imparáveis. É a prova da popularidade que os rebeldes gozam. Os crimes cometidos pelas FDS só servem para alimentar esta popularidade. Nem os invasores sul-africanos conseguem deter a capacidade combativa dos rebeldes e ajudar as derrotadas FDS. Estes invasores sul-africanos também têm os dias contados
Permita-me felicitá-lo pelo excelente texto e pela relevância do mesmo. O conceito de democracia em Moçambique tem sido muito maltratado por políticos, académicos e jornalistas locais. É muito triste ver intelectuais moçambicanos, que tiveram oportunidade de viajarem pelo mundo inteiro, venham em público defender que em Moçambique existe democracia. O Acordo Geral de Paz assinado em 1992 criou as condições para um Acordo Constitucional que serviria para fundar o Estado de Direito Democrático em Moçambique. Mas para fundar a democracia em Moçambique era necessário que os signatários do Acordo Geral de Paz fossem democratas ou pelo menos acreditassem na democracia. Nenhum dos signatários eram democratas ou tinham dado provas que aceitavam a democracia. Tanto a Frelimo como a Renamo não eram e não são organizações políticas assentes em pilares da democracia. Se os políticos moçambicanos não quiserem a democracia é difícil criá-la. Assim, o Acordo Constitucional nunca passou do papel e as primeiras eleições que se seguiram foram claramente e abusivamente fraudulentas. O The Economist Intelligence Unit (EIU) publicou recentemente o "ranking" de 50 países Africanos (exceto Seychelles, Sudão do Sul, Somália e São Tomé e Príncipe) referente a 2019 de acordo o seu índice de democracia. Este índice classifica os 50 países em 4 categorias: 1) Democracia Completa;2) Democracia Falhada; 3) Democracia Híbrida; 4) Estado Autoritário. Neste ranking, Moçambique aparece em 28º lugar classificado como Estado Autoritário. Dos 50 países, apenas Maurícias é classificada como uma democracia completa e assim ocupa os primeiro lugar. Mais de metade dos 50 países são classificados como autoritários. Nas Maurícias, apesar de alguns problemas de natureza social, as três principais comunidades, a crioula, indiana e islâmica vivem em paz e harmonia. São raros os casos de movimentos de libertação que souberam fazer a transição para a democracia quando tomaram o poder. O ANC de Nelson Mandela é uma referência única de quem teve a sabedoria e coragem para iniciar a fundação de um estado de direito e democrático na diversidade que é a República da África do Sul. Este eminente estadista também lançou as bases para a democratização interna do ANC. Numa das vezes que visitei a RAS, numa altura em que Nelson Mandela estava vivo, fiquei chocado ao ver publicado no The Herald o resultado de um inquérito popular sobre qual era o líder africano mais popular. Nesse inquérito aparecia em primeiro lugar Robert Mugabe. Nelson Mandela aparecia em terceiro lugar. Em segundo lugar aparecia Samora Machel. Isto mostra que os inquiridos sul-africanos não davam valor à democracia, pelo contrário apoiavam ditaduras. A democracia é o único sistema que garante a liberdade, paz, inclusão, participação e um estado social. A democracia é o garante da paz e concórdia entre as várias comunidades e nações. Moçambique e os moçambicanos por terem optado por um sistema autoritário nunca tiveram a oportunidade de viver uma paz plena. Moçambique tem caminhado, ao longo de 45 anos, de conflito em conflito. Não há nenhum povo que possa resistir e desenvolver-se nestas condições. Assim, os moçambicanos tentam sobreviver em cada dia que passa. Há muita gente que vai para o trabalho ou escola sem ter tomado o pequeno almoço. Há muitos moçambicanos que não chegam a ter pelo menos uma refeição por dia.
Agora aparece um politólogo português, sr. Raúl Braga Pires que diz ser especialista arabista, a querer ganhar protagonismo para ganhar algum à custa da guerra do norte. O seu CV é muito pobre no que se refere às guerras do centro e norte. A pandemia do COVID-19 levou à redução drástica das receitas dos meios de comunicação social o que obrigou a colocar em lay-off muitos dos seus jornalistas. Este politólogo diz que é necessário levar ao Conselho de Segurança da ONU a questão da guerra Norte. Deve estar a delirar. No fundo é mais um jornalista a fazer propaganda para a Frelimo com mentiras
Saudações Caro Moolla, É verdade, o governo da República da África do Sul tem muitos problemas e um dos quais é a crescente popularidade de Julius Malema que ameaça a hegemonia do ANC
O General Mankayi "considera que uma missão de menos de dois meses pode ser suficiente para estabilizar a situação" Não sei o que o General Mankayi considera por estabilizar a situação e se está a falar a sério, que duvido. Eles que se preparem. Cabo Delgado não é um destino turístico para o General Mankayi e os seus homens em que se dão um tiros e os rebeldes fogem. Ele é que ao fim de dois meses será expulso pelos rebeldes. A República da África do Sul ao invadir Moçambique estará a cometer um erro gravíssimo e que poderá inspirar movimentos internos a seguirem o exemplo dos rebeldes do Norte de Moçambique
“Apesar de portarem armas de alto calibre, a sua capacidade de reposição de munições é limitada, isso justifica as suas investidas sobre os quartéis e acampamentos militares, que visam reabastecer o grupo com armas e munições” Ao ler este parágrafo fica-se com vontade de rir com esta conclusão das "ilustres sumidades" da Universidade Joaquim Chissano. Fica-se por saber o que que eles entendem por armas de "alto calibre" porque o armamento bélico dos rebeldes é proveniente das FDS da Frelimo que ao fugirem dos rebeldes abandonam as sua armas, munições, blindados e fardamento. “O policiamento comunitário é o primeiro estágio para a edificação da mentalidade de vigilância que precisa ser instalado ao nível das zonas de conflito para eliminar as ameaças” Vindo donde vem nada a estranhar com esta recomendação de voltar ao passado com os famigerados "Grupos Dinamizadores" que espalharam o terror pelos bairros e aldeias do país. Esta gente não aprende nada. Esta recomendação é a prova de que a população está com os rebeldes e não com as FDS da Frelimo. Então recomendam o TERROR sobre quem apoia os rebeldes. Este é o tipo de recomendação de países como Cuba e Coreia do Norte
“há uma verdade” que Moçambique não pode negar: o conflito em Cabo Delgado “tem uma natureza religiosa e também pode ter uma componente económica” Este moleque de Joaquim Chissano e Teodoro Obiang Nguema não sabe o que diz e o que disse não tem qualquer sentido. O que vale é que ninguém em Moçambique dá crédito às palavras deste moleque e gatuno. O sr Murargy e o seu patrão, o ditador Teodoro Obiang Nguema, são proprietários de um vasto número propriedades imobiliárias em Moçambique adquiridos com dinheiro roubado ao erário público da Guiné Equatorial. Ele até tem relações familiares com o ditador da Guiné Equatorial. A Frelimo criou em 45 anos uma vasta classe de gangsters e criminosos que não conhecem fronteiras. É preciso ter cuidado com esta gente e sobre o que dizem e fazem
Concordo consigo no que diz sobre a notícia da Lusa. O correspondente da LUSA em Moçambique parece ser o único jornalista que pode noticiar sobre a guerra no norte sem ser preso ou morto pela PRM da Frelimo. Ele visitou recentemente, de avião, Palma com autorização da Frelimo para fazer propaganda da TOTAL envolvida em sérios problemas de expulsão de residentes legais das suas terras. É evidente que o correspondente da Lusa pelos privilégios que goza da Frelimo não pode contrair o que é dito pelo regime. Pouca diferença existe entre o que é publicado pelo famigerado jornal NOTÎCIAS da Frelimo e a LUSA moçambique. Estive a investigar o tipo de notícias publicadas pela LUSA Moçambique online que confirmam as semelhanças com o NOTÎCIAS que refiro. Apenas no dia de hoje entre dez notícias publicadas pela LUSA Moçambique na sua página online principal duas são sobre o Presidente da Frelimo, que ele confunde com um inexistente Presidente da República de Moçambique. Felipe Nyusi é um auto proclamado presidente da República de Moçambique- É triste ver os traidores da Renamo reconhecerem alguém que se auto proclamou através de eleições fraudulentas
"Nós somos guerrilheiros e guerrilheiros não morrem à fome..." Esta resposta do líder da Junta Militar diz que não está só e que está de boa saúde. A população apoia o general Mariano Nhongo na sua guerra para libertar Moçambique e trazer a paz que todos anseiam. Força General!
O correspondente local da STV parece incomodado com as mentiras que teve de reportar ao apresentador do noticiário. Nota-se que engasga-se frequentemente e tem que recorrer sucessivas vezes ao guião que lhe foi entregue para ler. Diz que tentou contatar a polícia da Frelimo e que não teve retorno embora tenha usado vários números. Tudo parece mais uma novela montada pela Frelimo para enganar a comunidade internacional. De assinalar que o apresentador refere "tropa moçambicana" ao que na realidade são as FDS da Frelimo e não de Moçambique. Toda esta fantochada vem mostrar que a STV, devido a problemas financeiros, juntou-se à famigerada TVM para participar nesta campanha de propaganda da Frelimo
Um cocktail explosivo, publicado na pag. 2 do SAVANA "Tema da Semana" Eric Morier-Genoud destaca: “Começaram a se preparar, militarmente; a treinar e a se organizar para atacar a sociedade. Operaram a mudança de uma seita islamista para um movimento armado jihadista, isto é, usar a violência para mudar o Estado e a sociedade para conseguir ter a lei da sharia a operar em toda a sociedade" “Não penso que sejam os mesmos com os tanzanianos. Não penso que sejam iguais ao Estado Islâmico. Acho que têm diferenças teológicas profundas. Acho que [o grupo moçambicano] é uma coisa própria, que emergiu ali [Cabo Delgado], mas com influência externa e o grande passo da internacionalização é o Estado Islâmico, com quem penso que o negócio ainda não aconteceu” Este especialista britânico faz uma análise que me parece tratar-se de um "copy paste", com pequenas alterações, de um estudo feito em qualquer lugar do mundo fora de Moçambique. Ele centra a sua análise num conflito de natureza estritamente religioso. Este é o erro de todos académicos e jornalistas europeus que se julgam ser especialistas em assuntos africanos. O sr. Eric Morier-Genoud exclui qualquer referência à governação do regime totalitário e repressivo da Frelimo durante 45 anos e aos acontecimentos tenebrosos que marcaram esse período. Ele considera que o conflito está apenas confinado a Cabo Delgado e á sua população. O que é errado. A guerra atingiu outras províncias. Infelizmente o analista ignora que Moçambique nunca teve paz desde que se iniciaram os conflitos internos armados em 1977. O sr. Eric Morier-Genoud não faz uma única referência ás aspirações e expetativas frustradas dos moçambicanos nos últimos 45 anos. Limita o conflito ás revindicações religiosas de um pequeno grupo específico da população que usa a jihad para alcançar o seu objetivo. Ele não faz referência ao apoio que os rebeldes gozam das populações não só em Cabo Delgado. O sr. Eric Morier-Genoud nada diz sobre as violações de direitos humanos cometidas pelas FDS da Frelimo e pelo seu aliado terrorista a Dick Advisory. Ele ao querer distanciar-se de outros analista acaba por ser muito redutor na análise que apresentou no jornal SAVANA. O trabalho de investigação do sr.Eric Morier-Genoud é pago pelo seu governo que tem relações e interesses com o regime da Frelimo. Ele deveria estar mais preocupado com a crescente radicalização no seu país de diversos grupos, não só limitados a grupos religiosos, e que são reconhecidos como ameaças pelo MI5.
O jornalista destaca aspetos de uma conversa recente entre o Presidente Macron e o Presidente da Frelimo Felipe Nyusi. Não é habitual os chefes de estado partilharem com jornalistas estrangeiros as conversas que têm com os seus homólogos. Se foi Nyusi a partilhar então significa que o jornalista tem canais de acesso privilegiado com o presidente da Frelimo. O jornalista diz que o Presidente Macron está preocupado com a expansão do Estado Islâmico a partir do arquipélago das Quirimbas para o Departamento Ultramarino de Mayotte. Esta notícia fez-me rir. A distância entre o arquipélago das Quirimbas e o Departamento Ultramarino de Mayotte é de 550km. Isto exigiria ao tal EI uma logística muito complexa. Se o Presidente Macron estivesse realmente preocupado com o Departamento Ultramarino de Mayotte não deixaria o território ter em 2019, 35% de desemprego e 84% de habitantes a viver abaixo do limiar oficial da pobreza. Ainda mais, a primeira língua não é o francês. A maioria da população é muçulmana e o território tem apenas 374 km². Por isso acho estranha esta preocupação. O jornalista revela documentos apreendidos ao que ele designa por DAESH em Macomia. Pelo que se sabe as FDS puseram-se em fuga e deixaram o caminho livre para os rebeldes entrarem e ocuparem Macomia. Então quem capturou os tais documentos se as FDS fugiram? Serão mesmos reais os tais documentos? Nada convincente. O jornalista mostra fotos de edifícios destruídos que já tinham sido divulgadas anteriormente. Ele atribui a tais destruições ao que ele chama DAESH. Serão fotos reais? A serem reais as fotos apresentadas, nota-se imediatamente que a destruição não foi causada por tiros de AK-47 que são as armas ligeiras usadas pelo rebeldes moçambicanos. A destruição documentada sugere que as mesma foram causadas por tiros de canhão de blindado ou helicóptero. Enfim, se não fosse triste, ficaria com vontade de rir
Esta notícia do CARTA confirma que os rebeldes passearam-se novamente por Mocímboa da Praia sem oposição das FDS que fugiram para Moeda logo aos primeiros tiros. Qualquer dia entrarão em Pemba sem disparar um tiro. É interessante ler os comunicados das FDS e dos seus porta-vozes propagandistas europeus. Farto-me de rir destes fantoches que têm noites de insónia por causa dos rebeldes do norte.
Esta "Lisbon Speed Talks" com o antigo Comandante da Força Aérea Moçambicana das FPLM, Coronel João Bernardo Honwana, sob o tema "O Jihadismo No Norte de Moçambique" mais parece uma encenação teatral meticulosamente coreografada por certa comunicação social portuguesa na procura de ganhar protagonismo na guerra no norte de Moçambique. Assim, como mostra a gravação da conversa, os participantes para questionarem o Coronel João Bernardo Honwana, terão sido escolhidos a dedo de acordo com critérios que seguiram um guião que não envolvesse perguntas comprometedoras para o regime da Frelimo. Um dos escolhidos cujo o nome foi dito é o analista/investigador Fernando Jorge Cardoso. A escolha do tema "O Jihadismo No Norte de Moçambique" assume como a verdadeira hipótese da existência do Jihadismo no norte de Moçambique sem que esta tenha sido comprovada, mas que assenta muito bem no discurso do regime e dos seus apoiantes. A escolha do principal interveniente, Coronel João Bernardo Honwana, não foi feita por acaso ou para garantir a necessária isenção e distanciamento do regime da Frelimo. O interveniente pertence á oligarquia da Frelimo e ocupou posições de relevo até que sua sorte mudou com a chegada presidência de Armando Guebuza. Pergunto porque razão os membros do tal Clube de Lisboa não convidaram o historiador Yussuf Adam para falar sobre a sua investigação acerca da guerra no norte. Será porque tem um nome islâmico? Ou para não dizer verdades que podem incomodar o regime e certa comunicação social portuguesa. Há trechos da conversa que demonstram claramente a farsa encenada para fazer propaganda do regime e dos seus aliados. No minuto 8:45 o interveniente principal apela á aliança do Estado e a sociedade civil para defender a pátria. Que estado é esse? É esse estado que usa esquadrões da morte e que fuzilou durante anos moçambicanos inocentes. É esse estado que submeteu Moçambique a uma guerra civil de 16 anos e na qual o interveniente principal foi um dos principais estrategas. No minuto 9:36 o interveniente principal confirma a presença de jihadistas estrangeiros em posições de comando provenientes de vários países. Ele enumera alguns desses países como por exemplo Tanzânia, Uganda etc. Esta declaração é uma vocalização do que tem sido divulgado pelo regime sem nunca apresentarem provas concludentes. No minuto 9:46 o principal interveniente declara que o objetivo dos jihadistas é estabelecer um EI aliado ao ISIS. Qual é a prova desse desígnio? Nenhuma, mas já reafirmada por vários analistas cujos interesses são pouco claros. Uma mentira dita muitas vezes pode tornar-se numa aparente verdade. E de repente temos uma intervenção militar estrangeira com consequentes custos para a população. Já vimos o mesmo no passado, durante a guerra civil, em que os combatentes da Renamo eram chamados bandidos armados. O líder da Renamo foi muitas vezes humilhado e estigmatizado por causa dessa terrível mentira. No minuto 12:02 o principal interveniente diz que o conflito em Cabo Delgado pode ter sido começado como sendo uma tentativa de expansão da província africana do EI. Onde estão as provas? É sempre o mesmo processo: repetir, repetir, repetir até que se torne numa verdade na cabeça da pessoas. Até onde chega o despudor destes "opinion makers. No minuto 17:20 o principal interveniente apela à população de Cabo Delgado para apoiar o Estado. A realidade é muito mais complexa do que ele imagina quando faz este apelo No minuto 19:24 o principal interveniente defende que as FDS devem garantir a segurança das pessoas. Será que ele próprio acredita no que está a dizer? As DFS têm um historial muito pouco abonatório. No minuto 19:51 o principal interveniente refere a necessidade de conter a expansão do conflito com a força militar. Com que força? Será aquela que foge ao primeiro tiro e que não está motivada. Será que ele quer colocar moçambicanos a lutar contra os seus irmãos como fez durante a guerra civil? Mais um evento que vem na sequência de outros com objetivo de manter o poder da Frelimo e não procurar a paz e a felicidade que os moçambicanos procuram há 45 anos.
Correção: 3º parágrafo: "das multinacionais" último parágrafo: JÁ NÃO EXISTEM MEIOS DE COMUNICAÇÃO CREDÍVEIS E RESPONSÁVEIS.
Mais um "jornalista português" pago para fazer propaganda ao serviço do regime da Frelimo e dos interesses da Total. Como é possível numa vista curta e por via aérea, como ele diz na notícia, escrever sobre uma guerra tão complexa como a do norte. Lendo a notícia fica-se com a ideia de se tratar de um texto publicitário feito por uma companhia de marketing de muito baixa qualidade. O COVID-19 reduziu drasticamente as receitas de publicidade dos meios de comunicação na Europa. Assim, a guerra do norte de Moçambique e os megaprojetos são um oásis para os meios de comunicação e os chamados analistas venderem os seus serviços de propaganda ao serviço da multinacionais do gás, das companhias de segurança privados e do regime colonial da Frelimo. Estes meios de comunicação nunca admitem o contraditório. Quem não está de acordo é considerado ingénuo ruminante, negacionistas, convenientes sussurrante. São tempos muitos difíceis para a liberdade de informação. JÁ MÃO EXISTEM MEIOS DE COMUNICAÇÃO CREDÍVEIS E RESPONSÁVEIS.
Caro Moola, Obrigado e saudações. Estes analistas estão comodamente instalados na Europa e falam sobre o EI em África sem terem visitado os locais que eles referem como parte do suposto califado. É evidente que eles têm uma coisa em comum: serem de porta-vozes da Frelimo. A Frelimo usou a empresa SOCIMO ligada aos serviços de segurança para financiar o trabalho dos seus propagandistas na Europa. Estes académicos/analistas deveriam preocupar-se mais com atos de terrorismo no seus países. Só no Reino Unido ocorreram dois ataques terroristas, um em Reading e outro em Glasgow, num espaço de tempo muito curto. Porquê é que eles não falam sobre esse ataques. Grande parte dos membros do EI no Iraque eram provenientes do Reino Unido, França, Bélgica, Portugal, Holanda, USA, Canada. Disso eles não falam.
Há analistas/especialistas a opinarem sobre a guerra no norte de Moçambique e que defendem teses que carecem de demonstração com fatos. Nenhum destes analistas/especialistas apresentam provas sobre a natureza e os motivos das partes envolvidas. Alguns deste especialistas estão vinculados a instituições que lhes garantem diariamente o pão na mesa ou têm interesses menos claros Para escrever sobre um assunto muito complexo como as guerras que assolam Moçambique desde 25 de Junho de 1975 é necessário contextualizar a análise no ambiente onde elas se desenvolvem, procurar as suas causas e as motivações dos intervenientes. Não se pode extrapolar o que se passa no Uganda, Nigéria, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Mali para o caso de Moçambique. Esse é o erro que incorrem muitos analistas. Isto não se trata de fazerem colagens no território de Moçambique. Dizer que o tipo de guerra que ocorre em Cabo Delgado não é resolúvel pela ação diplomática e diálogo político é uma aberração. Os EUA sentaram-se à mesa com os Taliban e chegaram a um primeiro acordo. Negar o diálogo é contra o estipulado na carta da ONU e a negação da paz. É com a Frelimo que não há entendimento possível para cessar os conflitos que grassam Moçambique desde 1975. Frelimo logo após a independência enviou militares das suas FPLM para combaterem no Zimbábue, Uganda e Angola sem qualquer mandato da ONU. Moçambique quebrou a sanções da ONU ao cooperar com o regime da Coreia do Norte. A Frelimo é responsável pela guerra civil que se desenvolveu de 1977 a 1992. A Frelimo é responsável pela continuação dessa guerra até aos dias de hoje e pelo início das nova guerras no norte.
"Esta realidade faz com que a população local coloque fortes hipóteses de os cadáveres encontrados terem a ver com as incursões das Forças de Defesa e Segurança (FDS) tidas lugar ao longo da semana passada." Este MEDIA FAX descuidou-se ao publicar este parágrafo que vem reforçar a tese de que as mortes de civis são causadas pela incursões dos mercenários sul-africanos e seus aliados das FDS da Frelimo
"As Forças de Defesa e Segurança (FDS) de Moçambique, com o apoio de militares privados sul-africanos da Dyck Advisory Group (DAG) que lideraram o contra-ataque contra os insurgentes, afirmam ter recuperado a vila de Mocímboa da Praia no início da noite de domingo, 28, quase dois dias após a reocupação de insurgentes." "O grupo expulsou os insurgentes que tinham ocupado pela quarta vez a vila de Mocímboa da Praia, após atingir, por ar e por terra, dois esconderijos – um armazém e uma mesquita -, no centro da vila, de onde era dirigida a violenta ofensiva contra a sede distrital com um importante porto e aeroporto no norte da província de Cabo Delegado." "O jornal sul-africano Daily Maverick escreve que helicópteros pilotados pela DAG retaliaram com fogo várias horas depois que os insurgentes lançaram uma ofensiva multifacetada na vila de Mocímboa da Praia cerca das 4 horas da manhã de sábado. A demora na resposta deveu-se à densa neblina matinal no teatro das operações." "Ao citar uma fonte militar, a publicação avança que dois Gazelles e o helicóptero Bell 407 dispararam “diretamente na área construída da cidade para expulsar os insurgentes” e que houve um tiroteio curto e preciso, no ar e terra”. Destes parágrafos da notícia da VOA podem tirar-se várias conclusões do que aconteceu em Mocímboa da Praia. 1-Os rebeldes mais uma vez tomaram e ocuparam por dois dias a cidade de Mocímboa da Praia sem resistência das FDS da Frelimo. 2- São os invasores sul-africanos da Dyck Advisory Group (DAG) que lideraram o contra-ataque. Pode perguntar-se onde estavam a FDS da Frelimo? Possivelmente, mais uma vez fugiram. 3- Que a retaliação limitou-se à ação do invasores sul-africanos que bombardearam indiscriminadamente as áreas construída da cidade. Daqui se pode deduzir que as destruições de edifícios e infraestruturas em Mocímboa da Praia podem ter sido ser causadas pelos bombardeamentos indiscriminados dos mercenários sul-africanos. 4- Considerando que os rebeldes confundem-se com a população é possível que a maioria das mortes de civis tenham sido causadas pelos bombardeamentos das força invasoras e dos seus aliados da FDS da Frelimo. 5-A VOA faz referência a um vídeo que mostra cinco cadáveres de supostos insurgentes, todos vestidos com a farda oficial do exército. Dizem supostos insurgentes porque não têm certeza de quem se tratam. Poderão ser militares FDS da Frelimo executados pelas suas chefias por recusarem combater os seus irmãos 6- O Jornal Carta publicou no dia 29-06-2020 uma foto dos residentes que se refugiaram em embarcações ao largo de Mocímboa da Praia ficando a espera que a situação retornasse à normalidade. Será que estes residentes estariam a fugir dos bombardeamentos indiscriminados das forças invasoras sul-africanas e dos seus aliados da FDS da Frelimo? Não tenho dúvidas que os responsáveis pelas mortes de civis locais ocorridas durante a retaliação são os mercenários sul-africanos e os seus aliados da FDS da Frelimo.
Francisco Moisés publicou um excelente texto neste blog intitulado "A Frelimo não compreende que verdade é melhor que a mentira" O programa da STV-O País Económico 25.06.2020(vídeo) é uma evidência de que os intervenientes não compreendem que a verdade é melhor que a mentira. Infelizmente estas personalidades "doutores" procuram, durante pouco mais de 1 hora, branquear a história dos 45 anos da chamada "independência". A responsabilidade para explicar os fracassos é sempre atribuída a forças externas. Os intervenientes referem a uma "fuga massiva de colonos". Eles escondem a realidade, omitindo a ordem promulgada pelo primeiro governo da Frelimo conhecida como "24 20" que dava a todos os residentes portugueses 24 horas para deixar o país, não lhes sendo permitido levar consigo mais de 20 quilos de bagagem. É mentira quando referem a sanções económicas e que os países ocidentais que apoiavam Portugal, com exceção do escandinavos, cortaram a ajuda ao desenvolvimento de Moçambique. Nenhum país membro das Nações Unidas aplicou unilateralmente sanções a Moçambique. Em 1977, em resposta às graves violações dos direitos humanos, o Congresso dos EUA proibiu a prestação de ajuda ao desenvolvimento para Moçambique sem uma certificação presidencial que esse auxílio seria nos interesses da política externa dos Estados Unidos. Em Março de 1981 o governo da Frelimo expulsa quatro membros do pessoal da Embaixada dos EUA em Moçambique. Moçambique, desde 1975 estabeleceu acordos de cooperação com diversos países ocidentais e recebeu destes ajuda ao desenvolvimento. Os intervenientes destacam como decisões corajosas as nacionalizações, que no fundo destruíram o país. Eles são incapazes de reconhecer que o estado atual de Moçambique é fruto das opções da Frelimo. Moçambique nestes 45 anos perdeu o comboio da democracia. Ele não voltará a passar, e infelizmente, Moçambique caminha a passos largos para a guerra total.
É um excelente documento de estudo. Seria bom que este documento chega-se a muitos moçambicanos. Digo isto porque foram 45 anos de lavagem cerebral promovida pela Frelimo. O arquiteto deste abnominável processo foi Jorge Rebelo, antigo chefe do departamento de informação.
Mais uma prova da coligação internacional para perpetuar a Frelimo e eliminar qualquer resistência ao regime. Esta é uma tentativa para atrair para a armadilha a Renamo militar. Eles devem saber que a Frelimo nunca cumpriu um único acordo.
"O cenário mais provável" Este é o título do artigo do ex-ministro da segurança e chefe do SNASP Sr. Jacinto Veloso 1- O texto publicado não faz juz ao título do mesmo. Como se pode verificar ao ler o texto, o autor vai para além de um possivel de cenário para argumentar em definitivo que a guerra no norte de Moçambique não é um conflito interno, nem é uma sublevação de descontentes locais e os rebeldes não podem ser considerados insurgentes. As passagens a seguir demonstram o real intento da mensagem do autor: "Pelos exemplos atrás se pode fazer já uma ideia da capacidade e poder do Estado Islâmico que estamos a enfrentar em Cabo Delgado, onde apenas se vislumbra a ponta do iceberg, pelo que tudo leva a crer que não são insurgentes, nem é uma sublevação de descontentes locais. O conflito de que se fala é aparente. Foi criado por serviço secreto especializado. Na realidade, estamos diante duma mega-operação de desestabilização de grande envergadura muito provavelmente dirigida por uma competente e poderosa central, situada algures no exterior do país . " 2- O autor argumenta que é uma mega-operação dirigida e executada do exterior para retardar os mega-projetos. A realidade no terreno não é a que o autor defende. Os alvos dos rebeldes têm sido as instituições e orgãos de repressão do regime da Frelimo, e não os mega-projecto. A Guerra progride em direção ao sul e não ao norte onde estão os projetos. Os rebeldes libertam os prisioneiros encerrados na cadeias da Frelimo. "Tudo leva a crer que se trata de uma mega-operação concebida, dirigida e executada a partir do exterior para, no mínimo, retardar os projectos de gás natural, porque eles são considerados uma séria ameaça comercial a gigantescos interesses económicos de grandes empresas envolvidas em projectos idênticos na região e que disputam os mesmos mercados." 3- O autor, adiante no texto, argumenta sobre as intenções do EI em Moçambique. Ele esquece-se que os traficantes de droga, madeira, pedras preciosas e marfim são os camaradas do seu partido e que é o seu partido que os protege . O presidente da Câmara de Maputo, Eneias Comiche, não conseguiu acabar com os mercados de droga existente no bairro militar. Quem passe por este bairro à luz dias vai encontrar as bancas de venda de droga. Um empresário traficante detentor de shopping em Maputo é procurado pelos EUA mas é protegido pela Frelimum. Maputo é um dos corredores da droga para a África do Sul. Os novos empreendimentos imobiliários em Maputo e Beira serviram para a lavagem de dinheiro sujo. "Acredito que alguns membros influentes do EI, para além do objectivo político-religioso, pretendem proteger também seus negócios mafiosos e ilegais e fazê-los prosperar em Moçambique e na região, como já aconteceu noutros países em África e no Médio Oriente. Negócios ligados ao comércio de pedras preciosas, ouro, marfim, madeira e em particular recepção e distribuição de drogas pesadas despachadas dos produtores do oriente, estão já identificados em estudos publicados." 4- O texto tem duas incorreções como se apresenta na passagema a seguir: a) O EI foi fundado em 1999 com o nome "Jamāʻat al-Tawḥīd wa-al-Jihād" com aliança à al-Quaeda. Mais tarde, em 2006 passou a designar-se por Estado Islâmico do Iraque e Levante. Em Junho de 2014 declara a criação ao Califado; b) O autor na mesma passagem refere "Lei da Sharia" que é incorreto. Basta mencionar Sharia. "O EI nasce no Iraque de um braço da al-Qaeda em 2003 e adopta o fundamentalismo islâmico como seu programa político e religioso, visando conquistar territórios e neles i5- O EI foi derrotado no Iraque e na Síria e o seu líder suicidou-se cobardemente em 26 de Outubro 2019 perante o raid das forças americanas. No final de 2017 o Exército Iraquiano declarou o fim do EI no Iraque. Em 23 de Março de 2019 as Forças Democráticas da Síria declararam o fim do último bastião do EI remanescente na Síria. 5- O EI foi derrotado militarmente mas a sua ideologia ainda mantêm-se. O Nazimo foi derrotado e as forças remanescentes assinaram a declaração de capitulação em 5 de Junho de 1945, mas a ideologia se matêm e com o tempo irá desaparecer. O autor defende que é o EI que a está a conduzir a guerra no norte de Moçambique, mas não apresenta provas concludentes como se pode mostrar nas passagens a seguir: "Mas para quê criar uma nova organização se já existe pelo menos uma, o Estado Islâmico, , que está disponível para pôr em prática o seu programa político-religioso, baseado na Sharia jihadista? " "Assim, é incentivado o EI para iniciar operações em Cabo Delgado actuando de forma a dar a entender que se trata de uma revolta interna." "Acredito que alguns membros influentes do EI, para além do objectivo político-religioso, pretendem proteger também seus negócios mafiosos e ilegais e fazê-los prosperar em Moçambique e na região" "E não acabaram com o EI que, refugiado nas montanhas do Iraque, continua a inquietar sob a forma de guerrilha. " 6- No final do texto o autor faz um apelo, que me parece, inspirado na transmissão via rádio feita por feita pelo ditador Stalin em 3 de Julho de 1941 para mobilizar os cidadãos da URSS contra a inavsão nazi. A seguir mostram-se as passagens do texto sobre o apelo: "É este fundamentalismo religioso conduzido pelo Estado Islâmico que temos que combater. Todos: políticos sem distinção de partidos, sociedade civil, governo e forças de defesa e segurança, académicos e jornalistas, sem esquecer todas as religiões e igrejas locais." "Encoraja-me verificar que a reestruturação político-militar do governo e FDS já está em movimento, havendo sinais claros de sucesso. " 7- Autor é um membro da nomencaltura da Frelimo e o seu texto, que se confunde com a posição do regime, tenta construir uma narrativa sobre falsidades corrobradas por outros membros da comunicação social internacional que visa perpetuar o poder da Frelimo. Conseguiram desmembrar a Renamo. Agora querem eliminar a resistencia no centro e norte de Moçambique. O COVID-19 veio num momento em que mostrou as fragilidades dos vizinhos de Moçambique que não estão dispostos a avançar