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Descanse bem, Sua Excelência. O Presidente Nyusi e Sua Excelência são obreiros da paz e da democracia. Depois do descanso iremos ter brevemente o abraço entre dois irmãos para a consolidação da paz e democracia. Viva Presidente Nyusi. Viva Sua Excelência o Presidente Dhlakama da Remamo.
Quero-te parabenizar Titio Guebuza por tão importante missão que só prestigia a nossa Pátria Amada. Uma bofetada sem mão na cara daqueles que só sabem apontar os erros e não vislumbram os enormes sucessos alcançados na consolidação da democracia. Os cães ladram, a caravana passa. Um abraço à imagem desta República de Samora!
Isto sim, isto é que é jornalismo. Gostei da parte final. Nada de diálogo sem antes desarmar por Inácio Natividade Data: domingo, 11 outubro 2015, 09:24 | Afonso Dlhakama já deu provas de ser um político falso e nada fiável, pois tudo quanto diz em relação à paz, para a maioria dos nacionais, entra por um ouvido, e sai pelo outro. Sempre que se encontra em situação difícil, fala na família, nos filhos e netos,como se os outros não tivessem filhos e netos.Esse manifesto de desdém pela segurança da família moçambicana, é apenas uma amostra da frieza usada na política, pelo líder da Renamo contra a família nacional.Famílias a que vem ordenando a sua morte, conforme agenda política, como sucedeu ao condutor do chapa em Manica, cujo único crime era trabalhar para que a sua família tivesse que comer. Devido aos seus compromissos ideológicos, e económicos com estrangeiros, julga-se capaz de matar o sonho dos moçambicanos, de viverem em paz e em democracia, mas Dlhakama é demasiado insignificante para travar o caminho do progresso;o sonho remanesce vivo, e muito acima do seu propósito regressivo e destruidor.A realidade é outra, a coesão nacional e unidade dos moçambicanos neutraliza toda a sua acção terrorista, premeditada de provocar o caós.Ele não é um sobrevivente, mas uma recorrente ameaça à paz e ao desenvolvimento.Nunca se quiz reconciliar com os moçambicanos, assim esperamos que seja julgado pela razão, ou domesticado pela natureza da comunidade política e sociológica, sempre em movimento de um Moçambique democrático. A economia de mercado foi obra do falecido presidente Samora Machel, que ainda vivo fez os primeiros contactos com as instituições financeiras,da Brenton Woods, ...E se o pluralismo ideológico é hoje uma realidade em Moçambique, foi porque os moçambicanos assim o decidiram.Em Moçambique nada sucedeu por acaso.Fomos evoluindo ao encontro do mundo global, como o fizeram outros países, na época da economia centralizada.Faz sentido por exemplo dizer que o governo angolano optou pela economia de mercado, e pelo pluralismo democrático, por causa da Unita?Claro que não.E o exemplo vem da República Popular da China, que em poucos anos se tornou uma das maiores potências económicas do mundo.Desde que haja paz há clima para o desenvolvimento sustentado. Um clima de paz propício ao desenvolvimento não sómente do interesse de agentes políticos e económicos, mas acima de tudo preocupação do cidadão.Os moçambicanos estão fartos de ser de forma corriqueira psicológicamente assaltados, pelas ameaças de retorno à guerra de Dlhakama.Sendo uma prática terrorista, para ver se abala as estruturas do poder constituído, a accão é condenada de todos os quadrantes da sociedade, incluíndo alguns membros da Renamo. Os comícios de Dlhakama são hostensivamente ofensivos, com objectivo de adensar o clima político, onde o governo aparece como incapaz de assegurar a ordem, num enquadramento onde para além das FADM existem homens armados da Renamo à solta.E claro que o cenário enfraquece quem detém o poder.Na minha óptica a bola está do lado do poder constituído, a quem compete impôr a lei e a ordem.Dlhakama há muito deveria ser contido, pelas autoridades competentes. Se as forças residuais da Renamo desde 1994 não desarmaram foi uma acção premeditada.Ora se do lado do governo nestes 23 anos do AGP permitiu que a Renamo continuasse armada , então foi um erro gravíssimo, por violar os princípios acordados. Sobre potencial diálogo 1-A ter lugar um diálogo para um compromisso sério,a Renamo deve de imediato ser desarmada e o lider da Renamo assumir o seu papel de lider da oposição.Como poderemos seriamente dialogar com alguém, que pela sua postura de afrontamento, entende manter-se de armas na mão, quando temos as FADM?Como poderiamos dialogar com uma organização politica, que de forma directa diz que vai incendiar e destruir, ou então tornar o ambiente impossível para os negócios,caso não lhe façamos a vontade,... E de forma indirecta que vai matar as nossas crianças? etc. 2-Como podemos dialogar com representantes do terrorismo?Como é que se pode dialogar quando não se respeita a consciência cívica da cidadania, expressa de forma categórica, aquando das eleições presidenciais?Para a Renamo o código de ética é inexistente. 3- De tudo isto,há que levar em conta que Afonso Dlhakama não é um politico fiável.Um dia diz que sim e amanhã e outra coisa ,a conversa muda de rumo.Será que Moçambique necessita de instabilidade permanente para acomodar incongruências originadas de um só homem ? 4-Por outro lado a duração do diálogo deve ser estabelecida de metas, e objectivos claros, e definidos,sem dar azo a manobras dilatórias.Concordo com o novo modelo inclusivo, proposto ao abrir as portas a todos os quadrantes da sociedade, contudo o líder da Renamo quando fala em dialogar coisas concretas,ele tem na agenda exigências inconportáveis à luz da constituição da república,...Neste caso pergunto, porque insistir no diálogo, com alguém que apenas pretende impôr as suas ideias? A Renamo e o seu lider tem sido até aqui, uma afronta contra o estado de direito, e o estado de direito deve usar a legitimidade constitucional, para restaurar a confiança do cidadão.A classe média está a crescer, e como ela o emprego, graças ao investimento estrangeiro.Temos todos de isolar o terrorismo da Renamo, e a sua ideologia de ódio, assim como a difusão de tribalismo, por Dlhakama orquestrada, que causam apreensão e inquietação no país. Os estrangeiros empenhados em apoiar a subversão contra o estado, devem ser expulsos do país.O embaixador americano Douglas Griffitis deveria entender que Moçambique apenas necessita de ajuda para ajudar na luta contra o terrorismo,e não de mediadores estrangeiros. Moçambique tem uma constituição, e não irá fazer cedências inconstitucionais.Não podemos dialogar com o terrorismo e seus representantes, o que a Renamo vem fazendo é desviar a atenção do governo.O país tem problemas sérios,que devem ser de prioridade governativa, como por exemplo a sustentabilidade da economia, a luta contra a pobreza, e problemas ligados à juventude, como aquela que se prostitui na EN1, assim como a questão das assimetrias regionais, sendo que é para eles que nos devemos debruçar. PS.O Pomotor Público deverá constituir arguido Afonso Dlhakama e os seus, pelo assassinato do motoristado chapa, e ferimentos de passageiros em Manica. Unidade Nacional, Paz e Progresso
Laboret, se rolou mola acho que deve ter vindo da tua terra. A revista EPOCA que se publica aí conta como é que vocês brasileiros subornam políticos africanos. Se ainda não leste, compra a edição que na capa diz assim UMA AVENTURA EM ÁFRICA Fala do Lula, da Dilma e de outros mafiosos e as ligações com distintaas figuras como o Obiang da Guiné Equatorial, o Chissano da Frelimo e o Sergio Vieira cuja filha recebeu uma bolsa de estudo da VALE. O Sérgio Vieira era o chefão em Tete quando a VALE arrancou um bom contrato de exploração de carvão. O Lula é o tal que prometeu construir uma fábrica de anti-retrovirais em Moçambique a troco de licenças de pilhagem de carvão pela VALE. Laboret, aonde está a fábrica prometida pelo Lula?
Não percamos a esperança. Enquanto existir um intelectual, autor publicado, veterano de lutas políticas como Francisco Moises a Renamo tem um futuro à frente. Avance. O povo aguarda-o como o redentor, o Osagyefo moçambicano, Francisco Moises.
Alguém anda a utilizar o meu nome para criar a confusão.
A ilustre família tem como distinto membro o Dr. Sérgio Vieira, primo do grande dirigente socialista, Dr. António Costa, que acaba de averbar uma importante vitória eleitoral a reduzir a máioria detida pela coligação de direita que vai ao bolso dos reformados para colmatar a crise provocada pelos ricos. O Dr. Sérgio Vieira foi um lutador incansável pela causa da soberania, independência de Moçambique e da liberdade do povo moçabicano. Foi ele um dos negociadores séniores dos Acordos de Lusaka com os que restituíram as amplas liberdades democráticas ao povo português. O Dr. Sérgio Vieira e o Major Melo Antunes foram os principais obreiros do Acordo de Cessar-Fogo entre a Frente de Libertação de Moçambique, única e legítima representante do povo moçambicano, e o Estado de Portugal. O Acordo de Cessar-Fogo entre a Frente de Libertação de Moçambique e o Estado de Portugal esmagou a reação em Moçambique. As duas partes neutralizaram os planos neocoloniais do imperialisno capitalista, capturando perigosos elementos reacionários como Uria Simango, Cazal Ribeiro, Adelino Guambe, Paul Gumane, Joana Simião, João Unyai, Júlio Nihia e tantos outros que depois foram justiçados pela vontade popular por não terem aceite a política de clemência generosamente oferecida pelo fundador da Pátria Amada, Samora Moisés Machel. A direção da Frelimo e do Estado moçambicano, no cumprimento da vontade popular, fuzilaram esses perigosos elementos da reacão a soldo do imperialismo capitalista. Foi uma decisão soberana do povo sendo por essa razão que o Tribunal Internacional de Haia rejeitou petições para condenar o Estado moçambicano. O Dr. Sérgio Vieira será sempre recordado por ter defendido, na sua qualidade de jurista formado pela Universidade de Lisboa, os superiores interesses do Estado e do povo moçambicanos perante o Tribunal Internacional de Haia que aceitou como válida, legítima e procedente a decisão soberana tomada pelo Estado moçambicano de eliminar todos os elementos reacionários a soldo do imperialismo capitalista internacional. Bem haja. Dr. António Costa pela sua esmagadora vitória e desejamos que consiga neutralizar o que resta da coligação de direita para que as relações entre Moçambique e Portugal possam prosperar no interesse dos dois povos irmãos.
Ilustre família, a quem Portugal e Moçambique tanto devem.
Tokoloshe canadiano, miniatura de gente, concentra-te nos teus rituais e não interfiras nos assuntos internos de Moçambique.
Parece brincadeira, mas não é. A polícia defende o povo, serve o povo. Quando a Renamo atacou o Centro de Re-educação do Niassa onde estavam acolhidos os políticos, a polícia tentou defender os políticos mas foi vítima da supremacia dos bandos armados que assaltaram o campo e chacinaram todos eles, incluindo a mártir Joana Simião, o Padre Mateus, o Reverendo Urias Simango, o Cazal Ribeiro e as esposas, a Dona Celina e a Dona Lucia. Fizeram a mesma coisa nas Amatongas, assassinando um civil como informou a rádio do povo. Samora ficou furioso e chorou o padecimento dos políticos que estavam quase a ser reunidos com os familiares e amigos por terem finalmente reconhecido o erro. Portanto, os políticos pode-se concluir que foram vítimas do apartheid e das minorias racistas brancas e colonialistas que exploram e escravizam os povos africanos.
E cerfica-te também, meu Caro Lutero Simango, que a pessoa que vier a substituir o filho da mártir Joana Simião não venda gato por lebre, enganando os incautos com essa de que a palavra da nossa língua oficial, genocídio, provém do latim, quando na realidade vem do grego.
Lutero Simango, parabéns por teres nomeado o filho de uma figura histórica, mártir, para representar o teu partido numa das principais capitais europeias, centro da intelectualidade. Mas se um dia, por qualquer razão, tiveres de nomear outra pessoa, certifica-te de que ela não usa palavras que não existem na nossa língua oficial, entre outras: genocidaria Um abraço deste teu irmão.
Obrigado, Paulina Chiziane, por teres sido mais uma a resgatar a nossa identidade e cultura africanas, durante décadas esmagada pela vontade dos loucos. Ridicularizavam-nos, menosprezavam-nos, humilhavam-nos e vilipendiavam-nos em jornais, na rádio e na televisão, em livros, bandas desenhadas e em cartoons. Éramos o Xiconhoca, que também era o burguês, o inimigo do povo, o delinquente, o toxicodependente, o alcoólico, o prostituto, o infiltrado e o agente do imperialismo. Os loucos é que eram afinal tudo isso. Bem hajas.
Este homem anda muito preocupado com o caso Sócrates. Será apenas por uma questão de solidariedade de homem de esquerda para com um político português de esquerda? uma questão de afinidade familiar que o une ao actual líder socialista português? ou será também que o aprofundamento das investigações pelas autoridades competentes portuguesas poderá trazer à superfície as ramificações da corrupção socialista portuguesa, facto que preocupa Sérgio Vieira e seus pares no Partido Frelimo? E se o aprofundar das investigações revelar a forma como foi alienada a HCB? Segundo o Wikileaks, Armando Guebuza terá recebido de comissão entre 35 e 50 milhões de dólares americanos no negócio da compra da Hidroeléctrica Cahora Bassa a Portugal. Sócrates era o chefe de governo. Vamos aguardar com serenidade as investigações do caso Sócrates. Vamos ver o que revelarão sobre o BCI, a Mota Engil, o GPZ. Até lá, tenha calma, Sérgio Vieira. E acima de tudo não se imiscua nos assuntos internos de um Estado soberano e na esfera de competências do poder judicial de um país independente.
Compreende-se que Sérgio Vieira tente sempre reduzir a posição de Simião e Simago ao levantamento do 7 Setembro. É uma habilidade dele para tentar justificar o crime político da Frelimo que foi o de assassinar membros da oposição. As consequências de se terem realizado negociações secretas entre o MFA e a Frelimo (secretas significa às escondidas do povo) estão hoje à vista. Continuamos a viver num país instável, sem um rumo bem traçado, sem se saber se amanhã estala a guerra. Foi isso o que a Frelimo nos deu desde a independência.
Tossir e não tocir. Assim se compreende a razão de teres sido reprovado no exame de admissão ao Instituto Moçambicano. A.Domingos
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Aug 28, 2015